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Homossexualidade é Doença? Uma Abordagem sobre a homossexualidade independente de Conceitos Ideológicos

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Defendendo os direitos de pacientes e de terapeutas de lidar com a questão da homossexualidade segundo o respeito à ética da liberdade e da autonomia individuais.“Ninguém é tão desesperançosamente escravizado como aqueles que falsamente acreditam que são livres”.

Defendendo os direitos de pacientes e de terapeutas de lidar com a questão da homossexualidade segundo o respeito à ética da liberdade e da autonomia individuais.“Ninguém é tão desesperançosamente escravizado como aqueles que falsamente acreditam que são livres”.

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“Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no país a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade (…)” Constituição da República Federativa do Brasil: Art.5

“É vedado ao médico: – Exercer sua autoridade de maneira a limitar o direito do paciente de decidir livremente sobre a sua pessoa ou seu bem-estar.” Código de Ética Médica; Capítulo IV; Art.48

“O psicólogo baseará o seu trabalho no respeito e na promoção da liberdade, da dignidade, da igualdade e da integridade do ser humano, apoiado nos valores que embasam a Declaração Universal dos Direitos Humanos” Código de Ética Profissional do Psicólogo; Princípios Fundamentais – I

Ciência e Ideologias

A ciência não é um fim em si mesmo, mas é antes um precioso e poderoso instrumento através do qual inegáveis progressos têm surgido visando o conforto e o bem estar dos seres humanos. Ciência autêntica implica, obrigatoriamente, em imparcialidade e em respeito ao conhecimento legítimo, não deturpado ou deformado por interesses escusos, sejam eles quais forem e procedam de onde quer que seja.

O objetivo deste artigo é o de tratar da questão da homossexualidade sob o prisma científico e desvinculá-la de quaisquer ideologias. É também o de ressaltar o direito que temos às livres escolhas, à autonomia e ao acesso a informações não distorcidas, livrando-nos de meias-verdades e do pseudoconhecimento científico, os quais têm sido grosseiramente utilizados com finalidades político-ideológicas, sobretudo quando se trata da indisfarçável propaganda neocomunista e totalitária que tem sido lançada sobre a nação brasileira nos últimos anos. Propaganda esta que tem por finalidade transformar o estado brasileiro em um estado aleijado de liberdades fundamentais, à semelhança de nações como China, Rússia, Venezuela, Irã, Zimbábue e Cuba (esta última carrega em sua história os registros da mais corrupta, devassa e assassina ditadura que a América Latina jamais assistiu: o regime comunista de Fidel Castro – uma sangrenta versão sul-americana da ideologia contida no Manifesto Comunista de Karl Marx, um homem profundamente pervertido e satanista professo).

A meta final do totalitarismo contemporâneo (totalitarismo é qualquer sistema de governo em que um grupo centraliza todos os poderes políticos e administrativos) é o domínio político e econômico através da manutenção no poder de um determinado grupo de indivíduos adeptos de ideologias em comum, amordaçando, aterrorizando e perseguindo dissidentes, e em grande medida e de modo grosseiramente dissimulado, acobertados por mídias vendidas e subservientes. Para tanto, os mais eficazes dos métodos dos quais se utilizam os totalitaristas para o atingimento destes objetivos são a propaganda mentirosa e a repressão. Se o amigo leitor manifestar algum interesse em saber o que, de fato, se encontra por trás da ideologia comunista (hoje também chamada de socialista), sugiro que leia e reflita sobre o conteúdo profundamente imoral e fraudulento das obras de Karl Max.

A Falácia do Aquecimento Global e a Sofismática Homofobia, meros Pretextos à serviço da Ideologia Neocomunista.

“Não há nenhum dado experimental que possa suportar a hipótese que assevera que o acréscimo de dióxido de carbono e de outros gases (ditos causadores do efeito estufa) estejam causando, ou que possam vir a causar mudanças catastróficas nas temperaturas globais ou no clima. Pelo contrário, nos 20 anos passados com os mais elevados índices de dióxido de carbono, as temperaturas atmosféricas decaíram.

“A verdadeira agenda dos ambientalistas extremistas tem pouco ou nada que ver com mudança climática. Sua agenda real é encontrar meios de controlar nossas vidas. O tipo de controle repressivo do homem, sem contar genocídios sancionados pelo governo, vistos sob o comunismo perdeu qualquer medida de respeitabilidade intelectual. Assim, as pessoas que querem esse tipo de controle devem aparecer com um novo nome, e esse novo nome é ambientalismo.” (<i>Walter E. Williams, Ph.D – Nuremberg for global warming skeptics ? Nuremberg para os céticos do aquecimento global ?

Mitos como o fictício aquecimento global são de grande utilidade aos agentes operadores do estabelecimento de estados neocomunistas totalitários e neoescravagistas, pois é através destes mitos que se forjam falsos consensos de opinião pública (chamados de politicamente corretos) transformando em candidatos à perseguição quem quer que discorde de tais mitos. Sem o saber, multidões estão aderindo ao novo status quo do totalitarismo contemporâneo, o qual marcha, a passos largos, para a maior onda de cessação de liberdades individuais de que jamais se ouviu falar. O que está em curso é um doutrinamento sistemático das massas objetivando sua submissão irrestrita aos controles governamentais. Estamos caminhando rumo à uma ditadura em larga escala, e os tentáculos desse monstro insaciável já penetraram, há muito, na nação brasileira. E seu modo de atuação é muito mais agressivo do que se possa visualizar de imediato, mas na realidade é como as metástases de um grave carcinoma.

Parte importante da agenda dos neocomunistas é a perseguição religiosa, pois nada lhes é mais inconveniente e obstaculizante do que os valores judaico-cristãos os quais são inconciliáveis com o relativismo moral e a tirania, ingredientes indispensáveis da agenda neocomunista, uma expressão autêntica do pensamento ímpio e satânico de homens como Karl Max, o pai do Manifesto Comunista, a cartilha dos partidos esquerdistas brasileiros. E a solução encontrada pelos iluminados vermelhos não é outra senão a perseguição religiosa. Para isto é necessário minar os valores judaico-cristãos aos poucos. Para tanto escolheram alvos estratégicos, quais sejam: a defesa do aborto e a promoção do homossexualismo, pois se as massas puderem ser induzidas a um consenso ideológico sobre estas questões, isto fatalmente as porá em conflito com os “dissidentes”, ou seja, contra os judeus e contra os cristãos, os quais não aceitam nem o aborto e nem o homossexualismo, pois tanto o Antigo como o Novo Testamento são solenemente contrários a estas práticas.

“Ademais, há verdades eternas, como a liberdade, a justiça etc., que são comuns a todos os regimes sociais. O comunismo, porém, abole as verdades eternas, abole a religião e a moral, ao invés de constituí-las sobre uma nova base, o que contradiz toda a experiência histórica anterior.” (Karl Max/Manifesto Comunista)

E se indivíduos heterossexuais estão sendo sistematicamente doutrinados a aceitar o homossexualismo como sendo natural e normal, e consequentemente discordar de quem assim não pense, quão mais suscetíveis serão os que experimentam inclinações homossexuais a também assim fazê-lo? Ressaltando que aqui ainda não estamos tratando da questão da homossexualidade em si, mas sim de como esta condição está sendo astuciosamente manipulada e utilizada para os objetivos ideológicos já anteriormente citados. As atuais militâncias homossexuais com vínculos ideológicos neocomunistas têm divulgado a falsa idéia de que as pessoas com inclinações homossexuais fazem parte de um grupo monolítico de indivíduos cujas características em comum seriam principalmente a atração pelo mesmo sexo e a defesa de suas preferências sexuais e de seus direitos políticos. Porém isto não é verdade, haja vista que muitos indivíduos que possuem inclinações homossexuais não estão nem satisfeitos e muito menos felizes com esta condição. A generalização que faz a assim chamada militância gay  esquerdista sobre a homossexualidade é fictícia e autoritária, e suas argumentações são falaciosas. Essa suposta homogeneidade entre os homossexuais está longe de se constituir em um fato indiscutível. E é precisamente aqui que entra em foco o direito legal e legítimo que possuem as pessoas portadoras de uma sexualidade egodistônica (distoa do ego), homossexual ou não, de buscarem tratamento psicológico ou psiquiátrico, caso assim bem o desejem, além do direito que também possuem de não compartilharem com a ideologia de tais militâncias.

Este é um dos argumentos preferidos do ativismo homossexual ideológico. Baseiam-se no fato de que em 1973 a Associação Psiquiátrica Americana (APA) decidiu remover a Homossexualidade como transtorno mental de seu DSM (Manual de Diagnóstico e Estatística de Transtornos Mentais). Em 1987 também foi removida do DSM a categoria Homossexualidade Ego-Distônica. E em 1990 uma resolução também removeu a Homossexualidade como transtorno mental da Classificação Internacional de Doenças (CID), uma publicação da Organização Mundial de Saúde. Baseados nestas informações (e desconhecendo outras) esses ativistas passaram a postular o seguinte: “A ciência diz que a homossexualidade não é uma doença. Logo, é algo natural. E se é natural, tem que ser aceito”. Todavia, o que muitos ignoram é que a Classificação Internacional de Doenças (CID) mantém outros diagnósticos perfeitamente aplicáveis a pessoas não satisfeitas com suas condições de inclinação sexual, o que inclui a homossexualidade. Citemos duas delas:

Orientação sexual egodistônica – Definição: Não existe dúvida quanto a identidade ou a preferência sexual (heterossexualidade, homossexualidade, bissexualidade ou pré-púbere) mas o sujeito desejaria que isto ocorresse de outra forma devido a transtornos psicológicos ou de comportamento associados a esta identidade ou a esta preferência e pode buscar tratamento para alterá-la.

Transtorno do relacionamento sexual – Definição: A identidade ou a orientação sexual (hetero, homo ou bissexual) leva a dificuldades no estabelecimento e manutenção de um relacionamento com um parceiro sexual.

Estas duas categorias diagnósticas podem ser perfeitamente aplicáveis a 

indivíduos cuja orientação sexual não esteja em harmonia com suas consciências e  personalidade, podendo causar-lhes sofrimentos variados. Uma vez que estejam em desarmonia com as suas consciências e auto-percepção da identidade de suas personalidades (por isso são chamadas ego-distônicas, ou seja, destoam do eu), os conflitos internos surgem. E como a própria definição de ambas as categorias diagnósticas postula, nestes casos a orientação sexual pode ser hetero, homo ou bissexual. E se a sexualidade egodistônica pode ser vista como um fator desencadeante de transtornos mentais, que sentido ético poderia ser levantado ao se negar ao indivíduo o direito de ser tratado por especialistas em saúde mental (psicólogos e psiquiatras) sem serem discriminados? O direito de buscar terapias a fim de modificar a adaptação sexual de alguém deve ser respeitado e considerado um direito perpetuamente inalienável.

Importante notar que a Classificação Internacional de Doenças (CID) não excluiu o Transexualismo de suas categorias diagnósticas no rol dos transtornos da personalidade e do comportamento do adulto.

Transexualismo – Definição:Trata-se de um desejo de viver e ser aceito enquanto pessoa do sexo oposto. Este desejo se acompanha em geral de um sentimento de mal estar ou de inadaptação por referência a seu próprio sexo anatômico e do desejo de submeter-se a uma intervenção cirúrgica ou a um tratamento hormonal a fim de tornar seu corpo tão conforme quanto possível ao sexo desejado. 

O que podemos ver até aqui é o fato inquestionável de que determinados comportamentos e condutas sexuais podem não apenas fazer sofrer, bem como podem elas próprias (estas tais condutas) se constituir no próprio fator desencadeante, ou mesmo causal, de uma miríade de transtornos psiquiátricos. E do conjunto de comportamentos sexuais perturbadores (não conciliados com a identidade íntima do indivíduo) não está excluída a homossexualidade, pelo menos não de acordo com a CID 10 ou com o DSM. A exclusão da homossexualidade como doença do DSM e da CID apenas transferiu para outras posições o foco de avaliação psicopatológica de pacientes que sofrem em razão de um comportamento sexual (ou de um desejo sexual) que não desejariam ter, o que não é o caso de poucos. Ora, se um determinado comportamento sexual, seja ele qual for, possuir tamanho poder de transtornar a mente, o humor, os afetos e as emoções de alguém, o mínimo que desse comportamento se pode dizer é que não é uma condição saudável. Ainda que politicamente alguém tenha o direito legal de afirmar sua preferência sexual por sexo anal, por exemplo, seria, no mínimo, uma grave deturpação da realidade afirmar que tal prática seja inócua, e as evidências de que esta prática sexual seja morbígena são de tal ordem abundantes que chega a ser aqui desnecessária qualquer referência bibliográfica especializada, tal a enormidade de publicações existentes a respeito deste assunto, território da Psiquiatria, da Proctologia, da Infectologia e de tantas outras disciplinas.

Há homossexuais militantes e entusiastas do homossexualismo como estilo de vida que afirmam que se existe alguma relação entre homossexualidade e sofrimento psíquico, todo e qualquer acontecimento neste amplo território seria uma consequência direta do que chamam de homofobia. Notemos, porém, que tal asseveração busca, de modo forçado, uma mudança de foco da abordagem científica da sexualidade no ambiente da egodistonia sexual e transfere a atenção para possíveis percepções individuais de sentimentos íntimos, privados e pessoais de rejeição ao homossexualismo por parte de pessoas que, de modo nenhum, desejam a homossexualidade para si próprias e para as quais este assunto sequer lhes interessa. Neste caso, não rejeitam a pessoa, mas simplesmente não aceitam a homossexualidade e o homossexualismo para si próprias. Porém, percepções de sentimentos íntimos e pessoais de rejeição ou de indiferença podem estar presentes nas mais diversas situações dos relacionamentos humanos, sem que, necessária e obrigatoriamente, haja sofrimento psíquico em decorrência disto. Egodistonia sexual e percepção afetiva de rejeição de diversos comportamentos sexuais por parte de terceiros não necessariamente possuem relações estanques entre si. Nem a Orientação sexual egodistônica ou o Transtorno do relacionamento sexual parecem poder dar qualquer margem inquestionável para afirmar que percepções afetivas de rejeição de determinados comportamentos sexuais por parte de terceiros possam estar, necessariamente, envolvidas na psicopatogenia de ambos os transtornos acima citados, descritos e listados na Classificação Internacional de Doenças (CID).

A atual visão conceitual, intencionalmente forjada e deturpada, da homossexualidade como sendo algo totalmente inócuo e inofensivo em se tratando de uma abordagem médica é absolutamente questionável e não encontra embasamento nem no DSM norte-americano e nem na CID 10 européia. Isto sem falar que o DSM e a CID, embora sejam instrumentos de grande utilidade na classificação de doenças, o que, evidentemente, também inclui os transtornos mentais (classificação operacional-pragmática), nem de longe se constituem em aprofundados tratados de Psicopatologia (o estudo dos transtornos mentais). E mesmo a despeito da decisão da APA American Psychiatric Associationde excluir a homossexualidade do elenco de doenças mentais (mais especificamente da Psicopatologia operacional-pragmática) do DSM, há ainda o fato de haver respeitados autores os quais consideravam, e ainda consideram, a homossexualidade uma doença, e também outros autores que a consideram também como um coadjuvante mórbido para o surgimento de diversos outros transtornos mentais e/ou físicos. Elencamos aqui um grupo de renomados especialistas, alguns deles já falecidos, outros em plena atividade clínica ou de pesquisa: Dr. Charles Socarides, Professor de Psiquiatria da Universidade de Columbia e da Universidade Estadual de Nova York; Professor de Psiquiatria do Albert Einstein College of Medicine de Nova York. Dr. Samuel Bernard Hadden, International Association for Group Psychotherapy; Philadelphia Psychiatric Society; premiado com o Strittmatter Award da Philadelphia County Medical Society.  Dr. Aquilino Polaino-Lorente, Doutor em Medicina e Catedrático de Psicopatologia na Universidade Complutense de Madri. Dr. Lionel Ovesey, um dos pioneiros no estudo da homossexualidade sob a perspectiva psicanalítica. 

Dr. Irving Bieber, Psicanalista – Yale Medical College, New York University e New York Medical College.

– Dr. Jeffrey Satinover, Phd, Psiquiatra, Psicanalista e Físico, Harvard University; University of Texas; Yale University.

– Dr. Edmund Bergler, Psicanalista norte-americano, autor de 25 livros de Psicologia, além de 273 artigos publicados. Escritor do livro: Homosexuality: Disease or Way of Life?(Homossexualidade: Doença ou Modo de Vida?)

– Dr. Neil Macdonald, Cientista e Dr. Barry Evans, Epidemiologista, autores do trabalho: Aumento do Comportamento Sexual de Alto Risco em Homens Homossexuais, publicado pelo Public Health Laboratory Service HIV and STI Centre, Londres.

Há ainda uma enorme quantidade de livros e de artigos, publicados, nas mais diferentes datas, neste mesmo sentido, bastando que se estude, consulte e pesquise. E isto tudo significa que de modo algum é uniforme, e muito menos unânime, a posição da comunidade científica internacional quanto ao fato de a homossexualidade não ser uma doença.A afirmação de que A Ciência afirma que a Homossexualidade não é doença é, na realidade, uma meia verdade, não um fato concreto e finalizado. A verdade é que houve uma politização proposital da questão do aborto e da homossexualidade, onde muitos homens e mulheres homossexuais têm sido estrategicamente arregimentados (massa de manobra) para a causa pró-comunista (muitos ignoram essa realidade), tornando-se militantes à serviço de um enorme estratagema montado com a finalidade de implantar o totalitarismo em larga escala, inclusive na nação brasileira. O Comunismo é uma ideologia nefasta desde a sua concepção até a sua expressão mais prática (totalitarismo e tirania), e o Brasil, no momento governado por comunistas com ambições insaciáveis de poder e de domínio sobre uma sociedade tornada ignorante e submissa, sofre debaixo da influência e da intrusão dos que se esforçam no obsessivo propósito, ideologicamente utópico e arquiteturalmente embusteiro, de transformar o Brasil em uma nação comunista. E o que muitos também desconhecem é que antes da Revolução Russa (comunista), os ativistas marxistas prometeram uma liberdade sexual total para todo cidadão. Porém, uma vez que os bolcheviques chegaram ao poder absoluto deu-se uma perseguição severa contra o homossexualismo. Stalin, por exemplo, criminalizou o homossexualismo e lançou muitos homossexuais na prisão. Logo, os que julgam poder contar com o totalitarismo neocomunista a fim de garantir suas liberdades estão, na verdade, trabalhando em prol da alimentação de seus próprios algozes. Não existe nenhum consenso sobre este tema na comunidade científica internacional.Em 1973, baseados em dados empíricos, juntamente com considerações sobre mudanças de normas sociais e também em consequência do desenvolvimento de uma comunidade politicamente ativista gay nos Estados Unidos da América (o National Gay Task Force – Força Tarefa Gay Nacional), o Conselho de Administração da Associação Psiquiátrica Americana decidiu retirar a homossexualidade do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM). Alguns psiquiatras que se opuseram a esta ação posteriormente enviaram uma petição solicitando uma votação sobre a questão por membros da Associação. Essa votação foi realizada em 1974, e a decisão do Conselho de Administração foi ratificada. E, como já dito acima, em 1990 uma resolução também removeu a homossexualidade como transtorno mental da Classificação Internacional de Doenças (CID).

Notemos, pois, que a remoção da homossexualidade do Manual Diagnóstico e 

Estatístico de Transtornos Mentais (o que se estendeu à CID), se deu por votação, evidenciando assim uma atitude completamente desprovida de substrato fundamental científico. Logo, afirmar que a homossexualidade não é umadoença simplesmente porque um grupo de indivíduos a favor de sua remoção do DSM não se constitui em uma afirmação científica. Não se submete a votações aquilo o que já está cientificamente demonstrado, e se assim não ocorreu com a homossexualidade, isto é uma evidência de que a retirada da homossexualidade do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM) não se baseou em dados científicos comprovados, mas em um conjunto de fatores que incluiu opiniões, posicionamentos ideológicos, políticos, dentre outros interesses. E como já dito, a ratificação da decisão se deu por votaçãoA tal votação se deu em 9 de abril de 1974, e que, aliás, pode ser chamada de qualquer coisa, menos de unânime ou total de membros da Associação Psiquiátrica Americana (APA) aptos a votar, apenas 58% deles votou. E o resultado da votação foi o que se segue: dos membros da APA votaram a favor da remoção da homossexualidade como transtorno mental do DSM. 45% votaram a favor da manutenção do status de transtorno psiquiátrico para a homossexualidade no DSM. Em se levando em consideração o total de 100% dos membros da APA aptos ao voto, destes somente 32.7% votou a favor da remoção da homossexualidade como transtorno mental do DSM. &nbsp;Ou seja, menos de um terço do total dos membros da Associação Psiquiátrica Americana. E com uma margem de vantagem bastante modesta.

Quem em sua sã consciência se atreveria a submeter à votação a retirada da CID de diagnósticos tais como a Hipertensão Arterial, a Doença de Refluxo Gastroesofágico ou a Sinusite Crônica? No máximo, o que se poderia fazer seria mudar o nome destas doenças, mas negar o vastíssimo corpo de estudos e de comprovações científicas diretamente relacionados a estas doenças seria algo virtualmente impossível de ser feito. E isto porque há sólido consenso científico sobre os dados disponíveis sobre a Hipertensão Arterial, a Doença de 

Refluxo Gastroesofágico e sobre a Sinusite Crônica. O mesmo, todavia, não pode ser dito sobre a homossexualidade, pois não há consenso sobre se esta condição é ou não é uma doença. E se não há consenso sobre este assunto, como afirmar que a homossexualidade não é uma doença?“Não existe consenso entre os cientistas a respeito das razões exatas pelas quais um indivíduo desenvolva uma orientação heterossexual, bissexual, gay ou lésbica. 

Mesmo embora diversas pesquisas tenham examinado as possíveis influências genéticas, hormonais, de desenvolvimento, sociais e culturais sobre a orientação sexual, nenhum achado jamais emergiu a fim de permitir que cientistas concluam que a orientação sexual seja determinada por qualquer fator, ou fatores.” Sendo assim, a asseveração de que &quot;a Ciência atesta que a homossexualidade não é uma doença psiquiátrica&quot; é desprovida de fundamentação científica. E muito mais desprovida ainda de fundamentação é a assertiva de que &quot;a homossexualidade é uma condição natural e normal&quot;, sendo esta última asseveração uma segunda inserção psicológica e sofismática mais do que evidente. A Ciência autêntica não comporta este tipo de malabarismo.

O Termo Homofobia

O termo Homofobia tem sido frequentemente usado de modo inadequado a fim de procurar lhe imputar o significado de descrever, de salientar ou de apontar, qualquer pessoa que rejeite o comportamento e a prática homossexual para si, seja por questões religiosas, de foro íntimo, ou de outra ordem. Tecnicamente, contudo, o termo Homofobia significa: medo; denotando alguém que tenha fobia – ou medo irracional – da homossexualidade, um neologismo criado pelo psicólogo 

George Weinberg, em 1971. Embora Homofobia seja um termo controverso (pois etimologicamente não se refere a medo da homossexualidade, ou de homossexuais), passou a ser usado com a tentativa de denotar um medo irracional da homossexualidade (se assim o contrapusermos à claustrofobia [medo] de lugares fechados, ou à acrofobia [medo] de alturas, por exemplo). Para quem não concorde com a homossexualidade, aplicar-lhe o termo homofobia é uma distorção deste termo, pois discordar de algo não é a mesma coisa que ter medo de algo. O termo em si também nada tem a ver com “ódio a homossexuais”, como alguns desejam nos fazer acreditar. Trata-se, neste caso, de mais uma deturpação do termo 

Homofobia.

Outra argumentação pseudocientífica é a de que a homossexualidade seria genética. Isto jamais foi comprovado. O pesquisador Simon LeVay, que estudou as diferenças no hipotálamo em cérebros de homens homossexuais e heterossexuais atestou:“É importante observar o que eu não encontrei. Eu não provei que a homossexualidade seja genética, nem tampouco encontrei uma causa genética para a homossexualidade. Eu não demonstrei que homens homossexuais nasçam assim, o erro mais comum que as pessoas cometem quando interpretam meus trabalhos. Nem tampouco localizei nenhum centro gay no cérebro.” “Não existe nenhuma pesquisa que possa identificar uma causa biológica ou genética para a homossexualidade. Fatores biológicos podem desempenhar um papel na predisposição para a homossexualidade. Todavia,isto também pode ocorrer em diversas outras condições psicológicas. As pesquisas sugerem que fatores psicológicos e sociais podem ser fortemente influentes para o surgimento da condição homossexual. Exemplos incluem problemas de relacionamentos familiares no início da vida do indivíduo, sedução sexual, e sentimentos de inadequação com pares do mesmo sexo, com resultante perturbação quanto à identidade de gênero. A sociedade também pode vir a influenciar um jovem com questionamentos sobre suas preferências sexuais quando o incentiva a se auto-intitular gay.” 

Qualquer investigação honesta, desprovida de partidarismos, poderá verificar que a literatura científica atual não dispõe de nenhum material conclusivo a respeito da gênese (se não a considerarmos uma doença), ou da patogenia (se a considerarmos uma doença) da homossexualidade.

Embora seja evidente que qualquer um possa optar por diferentes formas de expressão sexual, quando se trata da atração física não deliberadamente preferida, sobre esta última situação a Associação Americana de Psicologia se posiciona da seguinte maneira: A Orientação Sexual é uma Escolha? Não, os seres humanos não têm como escolher se serão ou gays ou heterossexuais. Para a maioria das pessoas, a orientação sexual emerge cedo na adolescência sem nenhuma experiência sexual anterior. Embora possamos escolher se agiremos sobre os nossos sentimentos, os psicólogos não consideram a orientação sexual como sendo uma escolha consciente que possa ser voluntariamente modificada.

Todavia, quando se fala em mudança da orientação sexual, a Associação Americana de Psicologia tem mantido um posicionamento cético quanto a este ponto específico:A Terapia pode mudar a Orientação Sexual? Não; mesmo embora muitos homossexuais vivam vidas felizes e bem sucedidas, algumas pessoas homossexuais ou bissexuais podem vir a buscar mudança de sua orientação sexual através da terapia, frequentemente obrigadas por familiares ou grupos religiosos a tentar e a assim fazer. A realidade é que a homossexualidade não é uma doença. Não requer tratamento e não é modificável. Todavia, nem todas as pessoas que buscam a ajuda de um profissional da saúde mental desejam mudar sua orientação sexual. Pessoas gays, lésbicas, e bissexuais podem vir a buscar ajuda psicológica para o processo de assumirem-se como tal ou em busca de estratégias para lidar com o preconceito, mas a maioria ingressa na terapia pelas mesmas razões e pelos mesmos problemas da vida que trazem pessoas heterossexuais aos profissionais da saúde mental.

As informações acima devem ser analisadas com muito cuidado. Primeiramente, há um contra-senso gritante nessas asseverações, pois se ainda não se conhecem as causas que podem fazer com que uma pessoa seja homossexual, como afirmar que não se pode mudar aquilo o que não se conhece? Outra afirmação sectária é que indivíduos homossexuais buscariam ajuda obrigados por grupos religiosos. Porém, o texto não diz que grupos religiosos seriam esses, infletindo assim no texto um viés de oportunidade para a intolerância religiosa, como se a religião fosse um agente tirano que obrigaria&quot; indivíduos a buscar mudar suas orientações sexuais. Porém a afirmação de que a maioria ingressa na terapia pelas mesmas razões e pelos mesmos problemas da vida que trazem pessoas heterossexuais aos profissionais da saúde mental, parece ser bem condizente com a realidade dos consultórios de psicologia e de psiquiatria. Quanto à afirmação de que a orientação sexual não é modificável, existem diversos posicionamentos contrários a esta afirmação. Citemos um exemplo: Psicoterapeutas ao redor do mundo que tratam homossexuais reportam que um significante número de seus clientes experimentaram cura substancial. A mudança veio através de terapia psicológica, espiritualidade, e do suporte de grupos de ex-gays. Seja em uma vida matrimonial ou celibatária compromissada, muitos informam que seus sentimentos homossexuais diminuíram grandemente, os quais não os perturbam mais como no passado. As chaves para a mudança são vontade, persistência, e o desejo de investigar os conflitos conscientes e inconscientes dos quais a condição se originou. A mudança vem lentamente, normalmente em vários anos. Os clientes aprendem a lidar com suas necessidades e carências relacionadas ao mesmo sexo e à afirmação, sem erotizar a relação. Quando crescem em seu potencial heterossexual, homens e mulheres tipicamente experimentam uma maior e mais profunda percepção de si mesmos como sendo machos ou fêmeas. Se alguns homossexuais não desejam a mudança, isto é a escolha deles, ainda que seja profundamente triste que ativistas dos direitos gays lutem contra o direito ao tratamento de outros homossexuais que anseiam pela libertação de suas atrações.

 De fato, não parece nada justo que pessoas que aceitem a homossexualidade para si próprias como sendo algo que lhes pareça adequado, ou até mesmo vantajoso, procurem impedir que outros com as mesmas inclinações, todavia infelizes com sua condição, procurem tratamento psicológico ou psiquiátrico para buscar uma mudança de orientação sexual ou de comportamento sexual. Isto não implica dizer que a homossexualidade seja uma doença, mas ressalta ainda mais as verificações que sugerem que a homossexualidade não seja uma opção apenas, mas uma condição adquirida e que pode envolver detectáveis e discerníveis processos de condicionamentos mentais e, também ainda,&nbsp; uma condição com um potencial evidente para se tornar um fator coadjuvante para o desencadeamento de transtornos mentais em ambientes de egodistonia sexual (onde se incluem, dentre outros, os chamados transtornos de ansiedade e os transtornos do humor), o que, diga-se, nem sempre obrigatoriamente acontece.

E se alguém preza pela verdadeira liberdade, o que têm os homossexuais militantes do homossexualismo (estilo de vida) a ver com os direitos daqueles que, também sentindo atração pelo mesmo sexo, desejam uma mudança de orientação sexual? Se alguém aceita e até aprecia sua própria condição homossexual chegando ao ponto de considerá-la até mesmo como um ganho ou vantagem, que a esta pessoa sejam garantidos todos os direitos a que faz jus a fim de buscar viver uma vida digna e honrada, livre de preconceitos sociais ou de qualquer outra ordem, porém quem delegou a estas pessoas o direito de decidir, ou de sequer opinar, sobre a privacidade íntima 

dos que deles discordam? Se eu sou obeso, por exemplo, e amo a minha obesidade, opto por viver obeso e ponto final. Todavia, quem haveria me delegado o direito de procurar impedir que outros obesos, assim como eu próprio, busquem emagrecer?

Sinceramente, não acreditamos que tais pretensões partam de corações sinceros e 

íntegros em compaixão, sejam estas pessoas homossexuais ou não. 

E se um dia a compaixão for dissociada da prática médica ou do exercício profissional da psicologia, então estas profissões 

já terão se transmutado em outras coisas que já não poderão mais ser chamadas nem de Medicina e nem de Psicologia.

Haverá que se buscar um outro nome para ambas. 

Porém, temos a certeza de que a manipulação político-ideológica da questão da homossexualidade parta, esta sim, de corações perversos e insinceros, movidos por ambições egoístas e camuflados em discursos fantasiosos. O inaceitável é que tais pessoas reivindiquem o apoio da ciência autêntica para buscar corroborar posições ideológicas absurdas e argumentações pseudocientíficas artificialmente forjadas a fim de que sirvam às suas próprias causas e interesses egoístas. A verdadeira liberdade é dependente da verdade. Ora, a última coisa que queremos com a publicação deste breve estudo é causar tristeza a quem quer que seja. Como já desde o início propomos, nosso objetivo é o de libertar a questão da homossexualidade das questões de cunho ideológico e/ou político. Nossa intenção é a de abordar o assunto sob uma perspectiva sóbria e isenta, em nenhum momento deixando de reconhecer que existem pressões sociais de rejeição a pessoas homossexuais, e sabendo também que muitos dos que criticam pessoas que possuem esta condição o fazem de modo hipócrita. Por outro lado, radicalizar a questão da homossexualidade a ponto de buscar incriminar quem não aceite esta condição para si próprio, chamando-o de homofóbico ou de preconceituoso, não parece ser uma posição coerente com os 

direitos às liberdades individuais da pessoa humana. Se um ativista dos direitos dos homossexuais se manifesta e defende seu posicionamento diante da questão da homossexualidade, por que, de modo semelhante, não poderiam também fazê-lo os que não aceitam a homossexualidade para si próprios?

 Este nos parece ser um dos pontos mais importantes de toda a questão. Vícios sexuais, compulsão sexual e dependência sexual são transtornos psiquiátricos já muito bem conhecidos e estudados. São todos estes condicionamentos mentais patológicos. E podem acometer tanto heterossexuais, bissexuais, parafílicos, como também homossexuais. Seja a abordagem de tais transtornos psicodinâmica ou não, é fato consumado que este grupo de transtornos figura 

entre os que mais sofrimentos causam às pessoas, e isto por diversas razões. Talvez a mais importante delas seja a terrível sensação de carência afetiva que frequentemente se encontra associada a estes transtornos, quando não sejam elas mesmas (as carências de ordem afetiva) a própria causa desencadeante de comportamentos sexuais de adição, ainda que pelo menos parcialmente. A questão é que vícios sexuais e compulsões sexuais podem levar a profundas carências afetivas, as quais por sua vez possuem um potencial inerente de suscitar comportamentos sexuais compulsivos de repetição sistemática, formando-se assim um ciclo de comportamentos mórbidos e de sofrimentos recorrentes. E que opção teriam os que destas condições padecem senão a de buscar tratamento especializado para o alívio ou para a cura de suas enfermidades? E seria até mesmo desumano e cruel procurar negar acesso ao tratamento especializado (psicologia e psiquiatria) aos que desejam a cessação do sofrimento psíquico e o aprimoramento de sua saúde mental. Embora, evidentemente, isto seja algo de cunho estritamente pessoal.

Pessoas que sofrem de dependência sexual não necessariamente aproveitam o sexo mais do que as outras pessoas… A dependência é frequentemente mal interpretada pelos dependentes sexuais como sendo &quot;amor&quot;, mas amor realmente nada tem a ver com isso. O que passa como sendo amor é na realidade um comportamento negativo e intrusivo que acaba roubando toda a auto-estima do dependente. Tem muito pouco a ver com verdadeira intimidade, mas envolve muito mais a exploração e o uso do poder de manipulação… A fim de lidar com a dor, o dependente sexual pode passar a outras dependências, tais como o etilismo, transtornos alimentares e abuso de drogas. Em muitas das vezes, o suicídio é um pensamento constante. Ou os dependentes sexuais procurarão punir a si próprios pelo envolvimento com atos sexuais degradantes.

 A dependência sexual vem sendo rapidamente reconhecida como um problema social maior, com semelhanças mais conhecidas com a dependência do álcool e das drogas ou com o jogo compulsivo. Já estamos nos acostumando a ouvir sobre escândalos sexuais em nossas comunidades, locais de trabalho, igrejas e escolas, e até mesmo na Casa Branca, envolvendo aqueles a quem dispensamos nossa confiança. E, por vezes, experimentamos descobertas sexuais em nossas próprias famílias, envolvendo pessoas que conhecemos pessoalmente. Muitas dessas situações são melhor entendidas se tivermos algum conhecimento sobre dependência sexual.

O Dr Michael Herkov, Phd, propõe os seguintes sintomas a fim de caracterizar a dependência sexual:

– A pessoa frequentemente se envolve com mais sexo e com mais perceiros do que intencionava.

– Preocupação constante com sexo ou desejo sexual 

– Tentar, sem sucesso, interromper o ciclo de práticas sexuais com fins a limitar a atividade sexual.

– Pensar em sexo em detrimento de outras atividades ou se envolver em práticas sexuais excessivas a despeito do desejo de parar.

– Passar um tempo considerável em atividades relacionadas ao sexo, como a busca de parceiros nas ruas ou passar horas visitanto sites pornográficos.

– Negligenciar obrigações tais como o trabalho, escola ou família devido à procura por sexo.

– Continuamente se envolver em comportamentos sexuais a despeito de consequencias negativas, tais como relações pessoais rompidas ou potenciais riscos à saúde.

– Uma escalada na frequencia das atividades sexuais a fim de obter os efeitos desejados, assim como mais visitas a prostitutas ou tendo mais parceiros sexuais.

– Sentir-se irritado quando impossibilitado de se engajar no comportamento sexual desejado. (Psych Central; Michael Herkov, Ph.D; Symptoms of Sexual Addiction) Não é incomum vermos pessoas afetivamente carentes se envolverem em práticas 

sexuais abusivas (dependência sexual), assim como vermos dependentes sexuais passando a reconhecer suas legítimas carências afetivas e mudando o foco de atenção de sua sexualidade, ou seja, buscam interromper os comportamentos compulsivos e passam a procurar lidar com suas carências reais (afetivas). Em muitas das vezes, entretanto, tal posicionamento é difícil sem o auxílio de um profissional da saúde mental. Caso isto não aconteça, a tendência da compulsão sexual pode vir a piorar. A maioria dos dependentes sexuais vive um processo de negação de sua dependência, e tratar a dependência depende da aceitação e do reconhecimento de que ele ou ela tem um problema. Em muitos casos, um evento significativo precisa acontecer para compelir o dependente sexual a admitir seu problema, o que pode ocorrer após a perda de um emprego, a ruptura de um casamento, prisão, ou crise de saúde.(MedicineNet; Sexual Addiction – How Is Sexual Addiction Treated?

 E quando falamos sobre homossexualidade, não seria honesto que certos dados fossem deliberadamente omitidos em uma abordagem técnica sobre o tema. Um estudo conduzido por Bell e Weinberg revelou que 78% dos relacionamentos afetivos, com intenções de compromisso, entre indivíduos homossexuais do sexo masculino, duraram menos do que 3 anos. Apenas 12% desses relacionamentos duraram por um período de 5 anos ou mais. (Study by Alan P. Bell and Martin S. Weinberg, “Homosexualities: A Study of Diversity Among Men and Women”, (New York, Simon and Shuster, 1978)

Bell and Weinberg reportaram ainda evidências de compulsão homossexual difusa entre homens homossexuais. 83% dos indivíduos homossexuais do sexo masculino entrevistados estimaram que haviam tido relações sexuais com 50 ou mais parceiros em suas vidas, 43% estimou que fizeram sexo com 500 ou mais parceiros e 28% com 1000 ou com mais parceiros. (Study by Alan P. Bell and Martin S. Weinberg, “Homosexualities: A Study of Diversity Among Men and Women”, (New York, Simon and Shuster, 1978) p.308

 A taxa de divórcios ocorridos nos Estados Unidos em 2005, por exemplo, foi de 3.6 divórcios para cada 1.000 habitantes, segundo a revista norte-americana Divorce Magazine. Estes dados sugerem que, pelo menos estatisticamente, os indivíduos homossexuais estão muito mais propensos do que os indivíduos heterossexuais a decepções e a tristezas quando se trata de relações afetivas com intenção de compromisso.

 Os estudos de Bell e Weinberg, com 505 páginas, foram posteriormente revizados pelo médico Ethel Person e publicados no Jornal da Associação Psicanalítica Americana. (1983). Journal of the American Psychoanalytic Association, Aqui seria interessante refletirmos um pouco sobre os verdadeiros limites entre o que seja condicionamento sexual (comportamento adquirido) e compulsão sexual psicologicamente escravizante e comportamentalmente manifesta, uma condição psicopatológica por definição.

 Se indivíduos do sexo masculino, ou do sexo feminino, tiverem sido expostos a situações onde o condicionamento sexual psíquico foi amplamente favorecido para que houvesse a polarização da sexualidade no sentido da homossexualidade, esta não é a mesma situação de pessoas homossexuais que sofrem de compulsão sexual. E se alguns indivíduos homossexuais compulsivos, que não desejem ver mudadas as suas condições de condicionamento e compulsão sexual, mas que com estas condições até se deleitam, e se estes indivíduos se engajam na assim chamada militância gay, não se haveria de deles indagar o que realmente estão procurando defender? Seriam os simples direitos políticos de escolha de opções sexuais (os quais já existem) ou o direito à busca incessante de satisfação sexual sem que ninguém se lhes interponha no caminho?

Ora, se a proposta inicial é a de isentar a questão da homossexualidade, 

livrando-a das garras do oportunismo político-ideológico, para sermos íntegros quanto a esta questão, devemos também salientar que a questão da homossexualidade não deve estar sujeita a nenhum tipo de oportunismo hedonista camuflado de defensor dos direitos dos homossexuais.

 E se já seja o caso onde exista uma autêntica carência afetiva crônica que dê ensejo a que alguém troque de parceiros sexuais com uma frequência tal a ponto de seu comportamento já poder ser reconhecido como dependência sexual, não seria o caso de se procurar identificar de modo preciso o real fator desencadeante de tal comportamento para os que assim o desejem? E onde mais se poderia buscar auxílio para o tratamento destas condições, senão entre os profissionais da saúde mental? E por que motivo seria do interesse de alguém obstaculizar uma situação onde um ser humano está nada mais fazendo do que buscar sua saúde psíquica? 

Finalizando, como desde o início deste artigo propomos, a desvinculação do conceito de homossexualidade de quaisquer posicionamentos políticos, ideológicos ou mesmo filosóficos, só será benéfica a fim de lidarmos com esta questão de modo honesto, sem hipocrisias e sem sectarismos. Todos têm o direito de buscar o aprimoramento de sua saúde física, mental e espiritual, o que passa, quase que invariavelmente, por um comportamento sexual saudável, salvo para os que, por razões específicas, não têm vida sexual ativa. Não estamos dizendo que uma vida sexual saudável seja nenhum atalho para a felicidade, mas certamente estamos afirmando que uma vida sexual patológica é um gigantesco obstáculo à felicidade. E pior do que isto é a ação camuflada de oportunistas e de aproveitadores egoístas, os quais não enxergam nada diante de seus próprios olhos, senão o que consideram obstáculos às suas buscas desassossegadas por poder e por prazer, completamente desprovidos da mínima noção sequer do que seja o verdadeiro amor ao próximo.Meu respeito, meu carinho e meu amor sincero a todos os que sofrem de transtornos sexuais, sejam eles quem forem. E que, depressa, a felicidade da verdade lhes venha ao encontro.

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 Fonte: Eis Me Aqui 

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