Mídia Tendenciosa

Os Fatos Sobre Israel e o Conflito no Oriente Médio

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Israel está usando de força excessiva em sua reação à violência?

As freqüentemente repetidas acusações de que Israel tem usado força excessiva é pior que uma distorção; é o oposto da verdade. Virtualmente todos os dias durante todo o transcorrer da intifada, os soldados e civis israelenses têm sido confrontados com dúzias de ataques de grupos organizados, violentos e suicidas, perpetrados pelos palestinos. Somente um pequeno percentual deles é divulgado pela mídia. Esses ataques incluem tiros dirigidos contra áreas residenciais e respectivas vizinhanças, bombas incendiárias, emboscadas em ruas e estradas, carros-bomba, atentados em shoppings apinhados e distúrbios violentos. Nessas circunstâncias difíceis, o Tzahal (Exército de Defesa Nacional) tem atuado com o máximo comedimento possível, fazendo tudo para evitar perdas de vida.

Israel não tem interesse na escalada da violência. Pelo contrário, Israel acredita que é imperioso que a violência termine para que as duas partes possam retornar à mesa de negociações. Israel acredita que uma solução justa e sustentável pode ser encontrada somente pelo diálogo, não pelo conflito armado. Entretanto, enquanto existir a violência, as forças de defesa de Israel têm a clara responsabilidade de proteger os cidadãos israelenses e suas forças de segurança.

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O governo de Israel lamenta a perda de qualquer vida, seja judaica ou árabe. Em uma análise final, entretanto, a responsabilidade por essas mortes é da Autoridade Palestina, que iniciou a violência e teimosamente se recusou a implementar o cessar-fogo. Por exemplo, Arafat não assinou o acordo que poderia ter acabado com a violência, mesmo depois de ter-se comprometido a fazê-lo com a então Secretária de Estado americana Madeleine Albright, em sua reunião com ela em Paris. Nem cumpriu com suas obrigações decorrentes dos entendimentos de Sharm el-Sheik, como também não cumpriu a promessa de que pediria publicamente um fim para a violência (o que veio a fazer mais de um ano depois, após centenas de mortos e de intensa pressão internacional), e de restaurar a cooperação com os israelenses em questões de segurança e reiniciar as conversações de paz.

Israel, por outro lado, preencheu todas as obrigações que assumiu em Sharm el-Sheik, inclusive a desmobilização das forças do exército, até que foi obrigado a mobilizá-las de novo, ante a onda de atentados e violência palestina em fins de 2001. (© Museu Judaico/RJ, http://www.museujudaico.org.br – http://www.beth-shalom.com.br)

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