Estudos Bíblicos

Deus não quer que você viva só

Bons amigos vivificam a alma e nos trazem palavras certas no tempo certo. Saiba a importância que a amizade tem para o criador.

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Se você ainda não teve a oportunidade de conhecer o livro “Oração: cartas a Malcolm”, de CS Lewis, recomendo que faça uma leitura agradável por cada página. A narrativa é simples: uma coletânea de cartas entre Lewis e seu amigo Malcolm sobre os mais diversos assunto do universo cristão. Nessa obra, especificamente, temos um honesto retrato sobre a oração com pontos de vistas distintos de homens que não têm vergonha de expor seus temores e fraquezas. O objetivo aqui não é decorrer sobre a temática do livro, mas de trazer a percepção da amizade segundo a vontade de Deus.

Na angústia, nasce o irmão

O provérbio tão conhecido pela comunidade cristã traduz o papel de um verdadeiro amigo. Afinal, a dor nos aproxima do outro. Nos momentos de dificuldade,  fortalecemos laços e nos sentimos abraçados por quem realmente nos ama. Portanto, a amizade verdadeira é aquela que não desata, que não frouxa. Quando a dificuldade se aproxima, os nós ficam mais firmes para que o outro seja fortalecido.

Veja, por exemplo, a cura do paralítico que foi descido pelo telhado com a força braçal de seus amigos. O que quero dizer é que existem situações da nossa vida que Deus usa amigos para nos curar, para nos levar adianta ou simplesmente nos motivar. Por isso, cultive bons relacionamentos. Estamos nessa terra para nos relacionar com o próximo e, por meio disso, sermos moldados segundo o caráter de Jesus Cristo.

Confissão libertadora

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No livro de Tiago 5.16, lemos a máxima: “confessem os seus pecados uns aos outros e orem uns pelos outros para serem curados. A oração de um justo é poderosa e eficaz.”

Se você já teve a experiência de confessar seus pecados para um bom amigo sabe o quão libertador esse momento se torna para nós. É nesse momento que nos tornamos mais íntimos, próximos e pares na concepção de errantes natos.

Confessar pecados é uma instrução e ter a liberdade de fazê-lo diante de alguém que terá olhos de amor e não de julgamento é um vislumbre da graça de Deus, encarnada em alguém que aprendeu do próprio Cristo.

“É bom desmascarar os nossos pecados, para que eles não nos desmascarem.” Thomas Watson

Intimidade que gera maturidade

Ao longo de todas as cartas do livro, percebemos como a visão de Malcolm é diferente da de Lewis em muitos momentos. Ao invés de dividi-los, a diferença oferta maturidade para cada um deles. Aquele velho ditado que “duas cabeças pensam melhor do que uma” não pode ser mais verdadeiro. Quando se tem um dilema teológico ou até mesmo uma difícil decisão pela frente, não é bom dar ouvido ao outro?!

Um outro fator da intimidade entre amigos é o discipulado mútuo – tão importante nos dias de hoje. Na sua Bíblia , você tem um exemplo quando olha para Paulo e Timóteo. É bem verdade que o apóstolo acolheu Timóteo como seu filho na fé, encorajando-o e o corrigindo quando necessário. Portanto, seja Paulo na vida de alguém e seja Timóteo. Aprender e ensinar é uma dádiva da vida. Não desperdice o potencial que há em você.

“Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.” 2 Timóteo 2:15 (Carta de Paulo ao seu amigo Timóteo)

Mesmo corpo, mesma visão

Quando se tem amigos que compreendem a grandeza do reino de Deus é mais fácil se fortalecer na fé – principalmente se você é um novo convertido. No Salmo 1, lemos que “bem-aventurado é o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.”

Não é à toa  que as más companhias corrompem os bons costumem. Ao se relacionar, tenha a sabedoria de não se fechar completamente no seu “núcleo de santidade” e nem se corromper diante de outras formas de viver, que não agradam a Jesus Cristo.

“Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado.” (1 Jo 1:7)

Conclusão

Pense em Jesus e no quanto Ele fazia questão de se relacionar com todos os tipos de gente. Ele sentava à  mesa de pessoas não quistas pela sociedade, curava leprosos e falava com mulheres – samaritanas, inclusive. Cristo continua sendo o perfeito modelo e nele encontramos uma sublime forma de nos relacionarmos.

Aprenda que o que temos de bom devemos doar a todos, mas quando precisamos de força e aconselhamento, recorremos aos íntimos – que compartilham da mesma visão do reino. Você pode perceber que Jesus convidava alguns seletos discípulos para orar com ele. Ao longo da leitura de alguns textos bíblicos, percebemos que Pedro, Tiago e João eram as pessoas em quem Jesus confiava e com as quais ele contava. Você já pensou sobre quais são as suas?

Fonte: Eis-me Aqui

Postagem Original: http://www.eismeaqui.com.br/estudos-biblicos/deus-nao-quer-que-voce-viva-so/

Divulgação: Eis-me Aqui!

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