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Evangelho Em 3 Minutos – Eis-Me Aqui – #680 Quatro amigos

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#680 Quatro amigosNo capítulo anterior Jesus cura um leproso, e a lepra é uma figura da corrupção causada pelo pecado. Agora é a vez de um paralítico ser levado a ele, e a paralisia nos fala de nossa própria incapacidade e limitações. Quatro amigos…

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No capítulo anterior Jesus cura um leproso, e a lepra é uma figura da corrupção causada pelo pecado. Agora é a vez de um paralítico ser levado a ele, e a paralisia nos fala de nossa própria incapacidade e limitações. Quatro amigos decidem levar o paralítico, e acaso não é isso que fazem aqueles que levam um pecador ao encontro do Salvador? Todavia, os quatro homens descobrem que a tarefa será mais difícil do que pensavam. Sempre que você desejar levar alguém a Cristo não se surpreenda se encontrar uma multidão de amigos e parentes barrando a entrada.

“O povo ouviu falar que ele — Jesus — estava em casa, então muita gente se reuniu ali, de forma que não havia lugar nem junto à porta… Não podendo levá-lo até Jesus, por causa da multidão, removeram parte da cobertura do lugar onde Jesus estava e, através de uma abertura no teto, baixaram a maca em que estava deitado o paralítico.” (Mc 2:1-4).

Por mais que alguém venha a se gloriar de ter levado um pecador a Jesus, essa não é uma tarefa individual. Tudo começa com o trino Deus — Pai, Filho e Espírito Santo. Portanto, se a mensagem que você leva não está fundamentada na ação da Trindade, esteja certo de que esse seu evangelho é tão capenga quanto o paralítico deste capítulo. Paulo ensina que “há diferentes tipos de dons, mas o Espírito é o mesmo; há diferentes tipos de ministérios, mas o Senhor é o mesmo; há diferentes formas de atuação, mas é o mesmo Deus quem efetua tudo em todos.” (1 Co 12:4-6).

A salvação é uma obra sobrenatural. Não depende de persuasão humana, e nem de diploma de teologia, mas do Espírito Santo. Quem prega não precisa estar sujeito a uma organização missionária, mas ao Senhor. E o que escuta a boas novas não será salvo pela eloquência do pregador ou pela música e outras artificialidades, mas pela obra de Deus. Aclamar, aplaudir e bajular pregadores é carnalidade, conforme explica o apóstolo Paulo:

“Quando alguém diz: ‘Eu sou de Paulo’, e outro: ‘Eu sou de Apolo’, não estão sendo mundanos? Afinal de contas, quem é Apolo? Quem é Paulo? Apenas servos por meio dos quais vocês vieram a crer, conforme o ministério que o Senhor atribuiu a cada um. Eu plantei, Apolo regou, mas Deus é quem fazia crescer; de modo que nem o que planta nem o que rega são alguma coisa, mas unicamente Deus, que efetua o crescimento.” (1 Co 3:1-7). Pense nisto da próxima vez que sentir vontade de bajular alguém por sua dedicação, conhecimento e eloquência no Evangelho.

Fonte: Evangelho em 3 Minutos

Divulgação: Eismeaqui.com.br

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