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5 questões sobre apologética que você precisa pensar

5 questões sobre apologética que você precisa pensar
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Quais questões chaves deveríamos estar pensando como apologistas?

Quando falei a estudantes do ensino médio num retiro Cristão no ano anterior, eu os apontei para 5 questões que mais precisavam ser refletidas e solidificadas em suas mentes antes de saírem mundo afora. 

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1. Deus existe?

Esta é a questão mais fundamental de todas e a divisão principal (ou seja, o divisor de águas). Eu creio que nossa cultura deve ser rastreada de volta baseada nessa pergunta. Todas as coisas foram criadas, ou foram resultantes de um acidente? Devemos reconhecer uma natureza humana intrínseca criada, ou criamos nossas próprias identidades? Nossos corpos têm algum propósito na qual devemos andar em conformidade? Nós, seres humanos, temos valor pelo que somos ou pelo que fazemos? Existe algum padrão objetivo de moralidade externo a nós ou nós (como indivíduos ou como sociedade) criamos nossas próprias regras de acordo com nossas preferências. Respostas opostas para essa primeira questão logicamente conduzem a uma diferença radical de cosmovisão, posição política e estilo de vida.

2. Deus é bom?

A divisão entre cristãos e ateus acerca da natureza moral do Deus bíblico é mais difícil de tratar do que a questão acerca da existência ou inexistência de Deus.

Este é o tipo de objeção que mais vezes escuto contra o Cristianismo. Se você não está esclarecido no que a bíblia verdadeiramente diz sobre coisas como a destruição dos cananeus, escravidão, inferno, mandamentos para adorarmos a Deus, etc., você será abalado quando apresentarem versículos arrancados dos contextos de suas passagens, da cultura do antigo Israel, da lei do antigo testamento nos dias atuais e da história completa da redenção. Parte do que você precisa fazer para responder a esse tipo de objeção é trabalhar em entender a Bíblia como um quadro maior, trabalhar na compreensão da Bíblia como um todo.

3. A Bíblia é confiável?

A Bíblia é a base, o fundamento de toda nossa compreensão teológica. Se você não está convicto em sua autoridade e de que aquilo que foi escrito foram palavras inspiradas por Deus, e que tais palavras foram conservadas sem alterações desde a sua origem – então você será influenciado não apenas pelos de fora da igreja mas também pelos de dentro que se sentem pressionados a se encaixar no lado “bom” da cultura ajustando a doutrina para esse fim. Você não irá saturar-se da Bíblia se você não tiver a consciência de que é a palavra de Deus; você não irá aprofundar e crescer como cristão se não submeter a sua teologia e a cosmovisão sob a Bíblia; e você não irá resistir firmemente na Bíblia se não estiver convicto que ela é digna de confiança.

4.  Jesus ressuscitou dos mortos?

O evento central do Cristianismo (na verdade, de toda história) é a morte e ressurreição de Jesus. Não há nada mais central em tudo o que pensamos e fazemos como Cristãos. “Se Cristo não ressuscitou, é inútil nossa pregação, como também é inútil a fé que vocês têm… E se Cristo não ressuscitou, inútil é a fé que vocês tem, e ainda estão em seus pecados… Se é somente para esta vida que temos esperança em Cristo, somos, de todos os homens, os mais dignos de compaixão.” (1 Co 15:12-19 NVI)

5. O que é Evangelho?

Não suponha você (ou outros ao seu redor) saber a resposta para esta questão. Você não sabe – pelo menos, não completamente. Eu sei que não. O Evangelho deve moldar tudo sobre quem somos. Nunca será demais pensar em tudo o que o evangelho é – o que significa, o que revela sobre Jesus, a esperança que traz. Quanto mais focamos em ver a Deus com mais clareza através do Evangelho, mais somos transformados conforme o Evangelho – pessoas moldadas que amam a Deus e servem ao próximo.  Mas a trágica verdade, de acordo com o pesquisador Christian Smith, é que muitos adolescentes (e, eu suspeito, adultos e igrejas) não conhecem verdadeiramente o evangelho. Talvez saibam as palavras, “Jesus morreu pelos meus pecados,” mas não conectaram essas palavras com a sua cosmovisão. Em vez disso, eles acreditam num Deísmo Terapêutico Moralista, que inclui princípios do tipo “As pessoas boas vão para o céu quando morrem” ou “O objetivo principal da vida é ser feliz e se sentir bem consigo mesmo.” Isso não é o Evangelho.

Eu recomendo você fortalecer seu entendimento sobre isso e fortalecer a habilidade em comunicar as respostas para essas 5 questões.

Por Amy K. Hall

Traduzido por Semi Chung Azeka [1] – Artigo original aqui.

[1] Semi Chung Azeka, nascida na Coréia do Sul e residente no Brasil há mais de 30 anos, casada com Edgar Matsuda Azeka e mãe de Aline e David. Dona de casa e estudante de filosofia. Membro da IMOSP – Igreja Missionária Oriental de São Paulo. Voluntária no ministério Transformando Vidas (trabalho com dependentes químicos).

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