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E agora, “ministre”?

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Após uma votação legítima e dentro do que estabelece as normas da democracia, da administração pública e do Direito, a Assembleia Legislativa de Rondônia, com reconhecida maioria, aprovou uma lei proibindo o ensino da linguagem “neutre” naquele estado.

Estando coberta inclusive pela Constituição, pois a CF de 1988 dispõe que a língua portuguesa é o idioma oficial da República Federativa do Brasil, a Assembleia Legislativa se dispôs a preservar o nosso idioma oficial e a acabar com essa aberração inventada por uma minoria anômala e imbecilizada.

Porém, atendendo ao pedido dessa mesma minoria, o Ministro Edson Fachin, igualmente um ente anômalo dentro do STF, decidiu rasgar duas vezes a Constituição. Primeiro interferindo ilegalmente nas decisões de um estado que estava cumprindo a Constituição, e segundo, permitindo a transformação da nossa língua oficial num dialeto de retardados. Ele arbitrariamente anulou os efeitos de uma Lei absolutamente constitucional.

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Eu perguntaria ao nobre “ministre”, se ele receberia uma petição totalmente escrita em linguagem “neutre”, ou se devolveria ao advogado, mandando ele fazer as devidas correções.

Seria o “ilustro ministre” capaz de redigir e ler seus extensos votos totalmente em linguagem “neutre”, fazendo-se assim de retardado frente aos outros ministros da Corte, apenas para agradar a militância que ele protege?

Poderia um advogado dirigir-se a ele ou qualquer outro membro da Corte como “Ministre” em uma das sessões de julgamento?

Ah… Acho difícil! Então nos prova que é apenas e tão somente uma hipocrisia inconstitucional em mais uma atuação circense da Suprema Corte.

O ato de Fachin apenas reforça que o Supremo Tribunal Federal é hoje uma camarilha de militantes desconectados com os anseios populares e totalmente apartados da verdadeira Justiça. É o câncer produzindo repetidas metástases na estrutura do país.

Fonte: https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/34698/e-agora-equotministreequot

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