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Assassino muçulmano de Londres, de 28 anos, ficou preso por oito anos em 2012 por conspirar um atentado a bomba na Bolsa de Valores de Londres e construir um campo de treinamento de terroristas islâmicos, mas foi solto em 2018

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Julio Severo

Duas pessoas foram mortas em 28 de novembro de 2019 e até doze ficaram feridas depois que um muçulmano usou facas contra pessoas inocentes no lado norte da Ponte de Londres.

Várias pessoas foram esfaqueadas antes que ele fosse detido na Ponte de Londres. Ele foi baleado por policiais e morreu no local.

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A Scotland Yard identificou o terrorista responsável pelo atentado à Ponte de Londres como Usman Khan, de 28 anos.

O vice-comissário Neil Basu confirmou que o terrorista islâmico matou um homem e uma mulher no atentado.

Ele confirmou que Khan tinha uma condenação prévia por terrorismo e ficou preso por oito anos em 2012.

Ele foi solto sob licença em dezembro de 2018 e ainda usava uma tornozeleira eletrônica.

 

Terrorista islâmico Usman Khan

Terrorista islâmico Usman Khan

O assassino já havia sido preso em 20 de dezembro de 2010, quatro dias antes de ele e sua quadrilha de nove homens que se inspiravam na Al-Qaeda terem planejado plantar uma bomba nos banheiros da Bolsa de Valores de Londres.O comissário Basu confirmou que Khan estava participando de um seminário para ajudar criminosos a se reintegrarem à sociedade depois de sua soltura da prisão.

Quadrilha islâmica de Khan em Londres

Quadrilha islâmica de Khan em Londres

A quadrilha também estava monitorando outros possíveis alvos, inclusive o Big Ben, a Abadia de Westminster, o Palácio de Westminster e o London Eye.A polícia encontrou uma lista escrita a mão de alvos que incluía a Embaixada dos EUA e as casas do prefeito de Londres Boris Johnson, do decano da Catedral de São Paulo e de dois rabinos.

A quadrilha planejou enviar cinco bombas no correio para sinagogas de Londres.

A trama foi frustrada depois que os serviços de segurança mediante equipamento de escuta eletrônica nas casas e carros deles ouviram conversas sobre uma atrocidade de “Mumbai” nas ruas da Grã-Bretanha, refletindo o atentado de 2008 na Índia.

O Reino Unido possui uma legislação compatível com sua cultura e civilização cristã inglesa. É completamente incompatível para lidar com muçulmanos de violentas nações islâmicas do Terceiro Mundo.

Em sua nova realidade, o Reino Unido, que no passado era duro com os nazistas, deveria entender que não pode ser menos duro com criminosos muçulmanos. O próprio histórico de Khan, envolvendo terrorismo, mostra que ele merecia nada menos do que a pena de morte. Quando ela não foi aplicado a ele e a seus colegas terroristas, o resultado foi uma liberdade para ele acabar matando pessoas inocentes.

Quando terroristas e outros assassinos não são condenados à morte, inocentes são condenados à morte pelas mãos deles.

No entanto, é difícil Londres punir terroristas muçulmanos da maneira que eles merecem. Embora o Reino Unido não tenha maioria muçulmana, Londres caiu: seu prefeito é muçulmano.

O Reino Unido, que não se rendeu aos nazistas, se rendeu às “religião da paz,” e o resultado dessa rendição é que o povo britânico não tem mais paz.

Com informações do DailyMail.

Fonte: www.juliosevero.com

Divulgação: Eis-me Aqui!

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