Mulheres

Só faltava essa! Mulheres pastoras…

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Mais uma apostasia rebelde dos últimos tempos.

INTRODUÇÃO

Com a indubitável proliferação das heresias dos últimos tempos, somos testemunhas de fatos nem sequer imaginados há dez anos atrás. Com Satanás avançando suas táticas e usando milhares de incautos, não nos surpreende que até aqueles que se intitulam crentes, sejam usados pelos intuitos satânicos: É o caso da ordenação de mulheres ao pastorado. O feminismo com suas mazelas e extremismos, pretende defender a mulher, mas o que faz‚ é atacar os princípios basilares da família e o papel do homem e da mulher. A sanha incontrolável das feministas que, diga-se de passagem, defendem dentre outras maldições o homossexualismo e lesbianismo, contaminou também as mulheres que se dizem cristãs, inspirando-as a invadir e usurpar o púlpito, lugar que Deus jamais concedeu às mulheres. De onde então tiraram essa idéia ?. Primeiramente vejamos de onde não tiraram essa idéia. Certamente não foi da Bíblia Sagrada, a Palavra de Deus, que de forma clara e contundente nos ensina sobre o assunto senão vejamos:

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ARGUMENTO DA AUTORIDADE DAS ESCRITURAS

O que na verdade está em jogo é a autoridade das escrituras. Se a Bíblia é muito clara sobre a questão do papel da mulher na família, no estado e na igreja, de onde foi que saiu essa idéia? Aqueles que negam a vontade e revelação de Deus no que diz respeito ao papel da mulher, estão fazendo coro com Satanás quando enganava Eva: “É assim que Deus disse…?” ( Gen. 3:1)
ARGUMENTO DA SEQÜÊNCIA DA CRIAÇÃO

O relato da criação em Gênesis 2:7, mostra que Deus criou primeiro o homem e depois trouxe a sua presença todo o animal do campo, e toda a ave dos céus. É claro que Adão percebeu a relação de macho e fêmea no reino animal. Deus então interviu e criou depois a mulher (Gen. 2:22-23). Não foram formados ambos ao mesmo tempo como poderia o Senhor fazer se quisesse, mas Eva foi formada posteriormente. O estabelecimento dessa ordem antecede a entrada do pecado, ficando assim indicada qual a intenção original de Deus.

ARGUMENTO DA FUNÇÃO DA MULHER

Deus criou a mulher com uma clara função: para ser a ajudadora (hebraico “ezer” = ajudante, ajudadora, auxiliadora, quem está por perto, Gen. 2:18 e 20) do homem. A função da mulher de ajudadora e de submissão ao homem, não quer dizer que ela tenha mais ou menos valor, pois para Deus todos somos iguais. O que muita gente confunde é FUNÇÃO com VALOR, que são coisas completamente diferentes dentro desse contexto. Homem e mulher tem igualdade em valor e essência, porém diferentes em função. A mulher ímpia que não tem o Espírito Santo e que não conhece a Deus, jamais pode preencher completamente o papel que Deus reservou a mulher que começa pela aceitação de Jesus Cristo como Senhor e Salvador e continua no processo de santificação com a aceitação do plano de Deus que inclui a submissão. Em 1 Tim 2:12-14, Paulo usa o argumento da criação para demonstrar que a mulher não foi criada para dominar o homem. As razões colocadas foram que a mulher foi criada depois do homem e que ela foi enganada quando resolveu agir independente da liderança do homem.

ARGUMENTO DO PECADO

Após o pecado, a relação completamente harmônica entre o homem e a mulher foi drasticamente deteriorada em virtude da culpa e troca de acusações surgidas, o que gerou a maldição de Deus sobre toda a criação inclusive alterando o relacionamento conjugal. Deus colocou então sobre a mulher a expressão “…e o teu desejo será para o teu marido e ele te dominará…” ( Gen. 3:16). Tal dependência da mulher para com o homem a coloca numa posição de fragilidade, que deve ser respeitada com muito cuidado e respaldada pelo texto em 1 Pe 3:7 que revela: “Igualmente vós, maridos, coabitai com elas com entendimento dando honra a mulher, como vaso mais fraco;…” Note também que a mesma frase é usada em Gen 3:16 e repetida em Gen 4:7 “…e para ti será o seu desejo…” ( desejo = teshuwqah ). Da mesma maneira o pecado tenta nos dominar a todos: as mulheres decaídas desejam sobrepujar seus maridos e os homens decaídos tendem a oprimir as mulheres do mesmo jeito que o pecado oprime o pecador. O equilíbrio é alcançado quando o homem e a mulher, respectivamente, lidera e se submete, de acordo com o plano divino e com o amor ágape (Ef. 5:22-28).

ARGUMENTO DOS 12 APÓSTOLOS

Porque Jesus Cristo escolheu somente homens para ser apóstolos? Qual a probabilidade disso acontecer sem um propósito? Um meio (1/2) multiplicado por si 12 vezes, ou seja, uma chance em quatro mil e noventa e seis vezes (1/4096). É óbvio que todos escolhidos por Jesus foram homens por ser esta uma exigência fundamental que O Mestre estabeleceu para ser um modelo de liderança na igreja. Isso não significa que Jesus não admitiu mulheres discípulas, muito pelo contrário. Muitas delas foram mulheres formidáveis que O serviam, mas não eram líderes. Isso não significa que quem não e líder não tem valor. Um desafio bíblico para se comparar com certas práticas missionárias: Quantas mulheres fundaram e lideraram igrejas no Novo Testamento? Nenhuma! Foram auxiliadoras valiosas e até fundamentais, mas não ultrapassaram a função divina.

ARGUMENTO DAS QUALIFICAÇÕES: “MARIDA” de uma só mulher?

Em I Tim 3:1-7, Paulo coloca claramente as qualificações do bispo ( gr. episkopos ) , que é igual a pastor (gr. poinen), que é igual a ancião ( gr. presbuteros ). O bispo tem que ser em primeiro lugar IRREPREENSÍVEL e em segundo lugar MARIDO DE UMA MULHER. Só um homem (sexo masculino) pode preencher tal requisito fundamental. A expressão usada no grego é : “…einai mias gunaikos andro.” Note a palavra andro (= homem, macho). Deus, claramente, está usando a pena dos escritores sacros a nos comunicar claramente os seus desígnios que infelizmente tem sido rejeitado por aqueles que insistem no erro, o que atrairá sobre os mesmos todas as conseqüências dessa rebeldia. Aqueles que rejeitam tão contundentes argumentos é por que já estão rebeldes mesmo.

ARGUMENTO DA PROIBIÇÃO DE PAULO E DA LIDERANÇA DO HOMEM

Como já vimos, se ao homem ( sexo masculino) foi dada a responsabilidade de ser: 1- o pastor (líder) na igreja local e 2- o cabeça no lar, como é que pode uma mulher subir ao púlpito e pregar uma mensagem com autoridade sobre o mesmo? Das duas uma: se tal mulher for solteira, está procurando uma forma de exercer domínio sobre o sexo masculino. Se for casada é porque já tem o seu marido debaixo do seu cabresto e pretende ampliar os seu poder sobre todos os que puder. Paulo, na sua pena inspirada, no texto imediatamente anterior a 1Tim 3, que estabelece os requisitos do candidato a ser bispo, coloca claramente o papel da mulher que, dentre outras coisas, está impedida de exercer autoridade sobre o homem (1Tm 2:14). Como conseqüência, é óbvio, impedida também de pregar na igreja. Como um prefácio à explanação dos requisitos mínimos do bispo, Paulo exclui categoricamente a possibilidade da mulher exercer autoridade sobre o homem na igreja, senão vejamos: ” A mulher aprenda em silêncio e em toda a sujeição. Não permito, porém que a mulher ensine, nem use de autoridade sobre o marido, mas que esteja em silêncio.” ( I Tm 2:12-14 ) Edmond Hiebert no seu livro “A Primeira Epístola a Timóteo”, declara sobre este texto:

” O infinito presente, no original, “ensine”, denota, não um único ato, e sim um processo; e significa que Paulo não permite que a mulher assuma o oficio de mestra pública em uma congregação cristã. O infinito, no original, “exerça autoridade sobre”, denota alguém que governa outro, um senhor, ou em palavras mais fortes, um autocrata . “Marido”, no original, é “aner”, o indivíduo do sexo masculino em distinção ao indivíduo do sexo feminino. Aqui jaz o ponto nevrálgico dessa proibição. É inconsistente com sua posição de subordinação ao homem, conforme divinamente arranjado, que a mulher assuma posição de domínio sobre o homem. A posição de mestre, ou professor, ou pregador na assembléia, implica em superioridade e autoridade sobre os que são ensinados. O professor age como o senhor que deve ser ouvido e atendido. Tal posição é assumida pela mulher ao se tornar mestra pública numa assembléia. ‘Nenhuma mulher pode tomar o lugar do homem sem violar a própria Palavra que ele tenta ensinar a mulheres ou a homens’ (Lenski). A repetição da exigência, ‘…esteja, porem, em silêncio’, destaca, por meio de contraste, a posição que cabe legitimamente a mulher crente. Paulo não se está referindo a instrução secular, em classes de aula sobre matéria profana, mas a posição oficial de mestra pública na assembléia cristã. Contudo, tanto o Novo Testamento como a história eclesiástica mostram que as mulheres ocupam um honroso e indispensável ministério na congregação local sem que isso as leve a transgredir a posição que Deus reservou para os homens. Tito 2:3-4 lhe assegura o ministério de ensino entre pessoas de seu próprio sexo ou entre crianças. Priscila não estava incorrendo em erro quando ela e seu marido, ajudaram o erudito Apolo a conhecer com mais exatidão o caminho do Senhor (At. 18:26).”

ARGUMENTO DA “SENHORA ELEITA”

Em 2 João, os defensores do motim feminino, pretendem alegar que o apostolo João estava se dirigindo a uma pastora. Vejamos o texto: 2 João 1 “O ancião à senhora eleita, e a seus filhos, aos quais amo na verdade, e não somente eu, mas também todos os que tem conhecido a verdade.” Nos 13 versículos da breve epístola, em nenhum momento o apostolo se refere a igreja ou ao ofício de pastor, palavras que nem sequer ocorrem na carta. Quem é o remetente? João! Veja em 3 João 1 como ele se identifica. Está se referindo a uma senhora, cujo nome sequer é declinado, e que tem seus filhos crentes andando na verdade. Bela descrição de uma família crente que deve lutar e se separar dos deturpadores. Os que querem ver algo mais do que isso, incorrem na deturpação condenada no próprio texto, inserindo algo que não existe.

ARGUMENTO DA PALAVRA SUBMISSÃO

A palavra traduzida por submissão em Efésios 5, o texto áureo da relação marido esposa, é no grego “hupotasso” . Este verbo está no modo reflexivo, o que significa que é uma ação da própria esposa em colocar-se voluntariamente, de boa vontade e com alegria, em posição de submissão ao seu esposo do mesmo modo que a igreja deve submissão e obediência a Cristo. É uma das mais belas comparações de um relacionamento humano com a relação de Cristo para com a sua igreja, que também é comparada a uma esposa ( Apoc 21:9 e 22:17 ). O verbo “hupotasso”, que ocorre 30 vezes no N.T., significa subordinar-se, estar sob obediência, colocar-se em sujeição. Veja os seguintes versos onde o vocábulo aparece: Luc 2:51; 10:17; 10:20, Rom 8:20; 10:3; 1 Cor 14:32-37; Ef. 1:22; 5:21-24; Col 3:18; Tito 2:5; I Pe 3:1.

ERA FEBE UMA “DIACONISA”?

Os que advogam a posição das mulheres como oficiais da igreja local, querem ver em Rom 16:1 uma “diaconisa”. Paulo está se referindo a Febe, uma mulher que era serva na igreja em Cencréia. É necessário esclarecer que a palavra “diakonos” ou na sua forma verbal “diakoneo”, que foi aqui traduzida como serva, tem dois sentidos: um sentido geral no qual se encaixam todos os crentes (exemplos: I Cor 3:5; Ef 3:7;6:21; Heb 6:10; I Pe 1:12, 4:10-11) e um sentido estrito, específico que é o oficial da igreja local (exemplos: At 6:1-7; I Tm 3:10,13) cujo contexto só se refere a homens, mesmo porque o diácono também deve ser marido de uma só mulher (I Tm 3:8-13; Fil 1:1). É óbvio que no texto de Rom 16:1, a irmã Febe era uma serva no sentido geral em que todos os crentes se encaixam e não “uma oficial” da igreja. A referida irmã tinha um valioso dom de misericórdia para com todos os membros da igreja, bem como para com o próprio apóstolo Paulo (Rom 16:2). Os que advogam a instituição da “diaconisa” incorrem no gravíssimo erro de se montar uma doutrina em cima de um único versículo que não encontra respaldo nos textos afins.

DESASTRE DAS PASTORAS NO BRASIL

O exemplo mais conhecido no Brasil, talvez por ter sido a primeira foi o da figura grotesca de uma certa missionária que tem programas na TV. Sem nos determos no campo da gritante falta do jeito meigo e espírito manso, suave e agradável, próprio das santas mulheres de Deus, analisemos os flagrantes ensinos heréticos da pastora carismática, quase que adorada pelos “renovados”:

Declarações da “pastora”:
Deus assumiu a natureza humana para que o homem assumisse a natureza divina”
A guarda do sábado
A volta de Jesus num dia de sábado no ano de 2007 etc. … ( Livro Supercrentes, Mundo Cristão ) É esse o exemplo que muitas estão seguindo…

CONSEQÜÊNCIAS DA ORDENAÇÃO DE MULHERES:

Como a ordenação de mulheres é uma tendência irreversível no tempo decadente em que vivemos, é só uma a questão de tempo a sua oficialização e contaminação da nova moda em todas as denominações evangélicas. Com suas mentes cauterizadas, indiferentes aos perigos de divisão, indiferentes aos escândalos e indignações de muitos pastores sérios, as insensíveis feministas perseguem ávidas o púlpito, que será entregue pelos homens desmoralizados. No contexto que se aceitar essa doutrina estranha, serão rasgados então, todos os textos mencionados da palavra de Deus, o que atrairá as maldições para os próprios defensores da ordenação de mulheres, que deixarão o vento das seguintes doutrinas malignas adentrar em seus lares e igrejas:

ABERTURA DAS SEGUINTES PORTAS :

1 DESTRUIÇÃO DO PAPEL DO HOMEM COMO LÍDER NO LAR;

2 ESFRIAMENTO ESPIRITUAL;

3 IMORALIDADE; e

4 CONIVÊNCIA COM OS HOMOSSEXUAIS COMO MEMBROS DE IGREJA; E DA CONSEQÜENTE ORDENAÇÃO DE HOMOSSEXUAIS E LÉSBICAS.

Todas essas maldições, que não são novidade, já se abateram há tempo nos países que adotaram essa apostasia gradual. O diabo é assim: vai comendo o mingau dos tolos pelas bordas… É o caso do sapo cozido na água quente.

CONCLUSÃO

Satanás sabe, melhor do que os defensores da deturpação do lar, que a família é a base de uma igreja e por conseqüência de uma nação bem ajustados e em harmonia. A sanha do inimigo é evidente contra o Senhor.

Graças a Deus pelas santas mulheres que encontram grande prazer em cumprir o divino papel que Deus lhes concedeu de submeterem-se em amor aos seus maridos. Mulheres que se regozijam no papel da maternidade e na devoção a sua família, que amam seus lares e exercem uma profunda influência espiritual sobre as crianças e todos os que as cercam.

Só para as mulheres:

Santas irmãs! Só a eternidade vai revelar o quanto suas vidas dignas significaram para a causa do Senhor Jesus Cristo! Vocês, que são fiéis à palavra de Deus, e não levam a mesma na brincadeira, devem com urgência, orar com fervor por suas famílias, que é, depois da salvação, o maior bem que temos nesse mundo. Não se deixem envenenar por essas mulheres carnais que destilam a peçonha da rebelião! Elas estão minando mais ainda os homens desmoralizados que não “vestem mais as calças” em seus lares e igrejas. Não deixemos que a perversão dos papéis do homem e da mulher sejam corrompidos por tolos que não respeitam a palavra de Deus e atacam os fundamentos deixados pelo Senhor para o nosso próprio bem. Devemos orar também pela crianças e jovens que nos sucedem na caminhada da vida, para que as poucas famílias que levarem a sério a palavra de Deus, sejam um exemplo nesse contexto podre de degeneração do lar que tem atraído o juízo do Senhor. Que Deus nos abençoe e nos faça fiéis!

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