Estudos Bíblicos

Os desejos da mocidade

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“Foge também das paixões da mocidade, e segue a justiça, a fé, o amor, a paz com os que, de coração puro, invocam o Senhor.”

Texto Bíblico: II Tm 2.22

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“Foge também das paixões da mocidade, e segue a justiça, a fé, o amor, a paz com os que, de coração puro, invocam o Senhor.”

Introdução: – O presente estudo tem por objetivo trazer à consideração alguns pensamentos que envolvem uma atitude de autodisciplina cristã e tem como ponto de partida o conselho do apóstolo Paulo, já mencionado no nosso texto.

Nosso estudo então está resumido em duas palavras:  FOGE  e  SEGUE

A Bíblia traz a resposta aos nossos problemas. Devemos ensinar a Palavra de Deus aos nossos jovens levando-os a amar as sagradas letras, e guardá-las no coração. Quais são então os desejos da mocidade? Vamos, pois penetrar neste assunto, e, deixemos que o Santo Espírito de Deus venha falar aos nossos queridos jovens. Inicialmente vamos conhecer:

I.                   OS QUATRO PROBLEMAS BÁSICOS DO JOVEM.

Os problemas que vamos apresentar são comuns a todos os jovens, seja qual for a sua origem, seja ela humilde ou privilegiada.

1.  O Problema Gregário. – É o problema do grupo.

Jovens detestam o isolamento.

Se o jovem não ingressa num grupo dentro da igreja, procurará ingressar noutro lá fora, e nisto está o perigo.

Perigo das más companhias

Perigo dos maus ambientes.

2.      O Problema da Comunicação. – Como os jovens se conhecerão e discutirão assuntos legítimos e de seu interesse, sem comunicação e camaradagem sadias, e sem assistência nesse sentido?

At 2.44   . . . . . “E todos os que criam estavam juntos”.  Juntos para que?

Hb 13.16 . . . . . “Não vos esqueçais da comunicação”

Ec  4.12   . . . . . “O cordão de três dobras não se quebra tão depressa”

Lc  10.1   . . . . . “E mandou-os de dois em dois”

Rm 12.13. . . .“Comunicai com os santos nas suas necessidades”. Aqui temos a comunicação cristã no sentido de assistência. Ver também Mt 25.40

3.      O Problema Afetivo-Sexual.

Os adolescentes e jovens não entendem as profundas mutações que estão passando seus corpos. Essas transformações psicofísicas alteram todo o seu comportamento social e emocional.

Um consultor ou conselheiro incompetente aumentará mais ainda a confusão.

Colegas (eles e elas) não têm maturidade para aconselhar nessa área, a não ser superficialmente.

4.      O Problema Vocacional.

Orientação de base nesse sentido.

Quanto ao Ministério Evangélico, se for o caso.

Quanto aos estudos, carreira, profissão – esta é a regra geral, mesmo que o jovem tenha chamada para o Ministério.

Alguém já disse que “O Diabo tenta a todas as pessoas, mas que o preguiçoso e o desocupado tentam o Diabo”. Imaginem como não tentam as demais pessoas. . .

Vamos então meditar sobre os desejos da mocidade. . .

DESEJO DE INDEPENDENCIA

Paira no coração de cada jovem um desejo de ser independente, de ser absoluto, de exercer por si mesmo o comando de sua própria vida. E tal desejo costuma se acentuar em diferentes áreas da vida dos jovens. Desejo de independência? Independência de que?

1.      Do Lar – Pv 1.1; 1Rs 3.3; Pv17.6; 23.2; 15.20; 2Sm 14.28. Estranha-se da maneira como morreu Absalão o filho querido de Davi?

2.      Independência da Comunidade – Lc 15.33. País, Estado, Cidade

3.      Independência da Igreja – Lc 2.42,46; 4.16; 1 Sm 16.11. – Milhares de jovens têm perdido a fé nos dias que findam a adolescência e iniciam a juventude quase sempre motivada por esse desejo de independência da Igreja. Às vezes à Igreja não lhe soa atraente, existe não raro um ambiente de aparente hostilidade, desprezo ou falta de oportunidade para os jovens, os quais procuram ou são atraídos a outros campos e então se transformam em filhos pródigos.

Cremos que a melhor receita para os nossos jovens se chama –  OCUPAÇÃO, na casa        de Deus.

Outro remédio que sempre funciona é criar um ambiente de amor à igreja dentro do lar.    Só isto pode bloquear o espírito de independência da igreja que muitíssimas vezes têm assaltado os jovens.

4.      Independência de Deus – Mt 19.22; Ec 12.1; 1 Sm 1.28; 2.18; 1 Rs 18.12; 2 Cr 34.3.

Este é o ponto crucial, esta é a mais triste decisão. Pior que se afastar da comunidade, é afastar-se de Deus, principalmente quando esse afastamento é acompanhado de raciocínios camuflados de “lógicas”, de que Deus não existe, a igreja está superada, a Bíblia é um livro obsoleto, etc. Geralmente, àqueles que tomam uma decisão infeliz de tornar-se independente de Deus, acabam ouvindo a seguinte sentença: “Louco esta noite te pedirão a tua alma … ?”  Esta pergunta foi feita por Deus a um jovem que havia tornado-se independente de Deus.  Ó que tragédia! Que Deus guarde os nossos jovens!

III. DESEJO DE FORMOSURA – BELEZA.

Embora não se costume noticiar, existe dentro da maioria dos corações jovens um sutil desejo de se projetar através da beleza física, através do senso estético, dos músculos rijos, da aparência de galã, etc.

1.      Espírito de Vaidade – Pv 6.25; 30.8; 1Pe 3.3,4; 1Rs16.13.

2.      Espírito de Competição – Et 2.3.

3.      Gastos excessivos – Is 55.2

4.      Padrão Bíblico – 2 Co 11.3; Pv 31.30

 

III.             DESEJO DE ENRIQUECER.

1.      Os sonhos da adolescência.

Todos nós já temos dado conta de que na imensa maioria das mentes juvenis existe um sutil desejo de tornar-se famoso e rico. Naturalmente isto faz parte dos conhecidos e universais sonhos da mocidade.

O jovem precisa ser bastante vigilante nesta área, por causa das muitas ofertas tentadoras que o mundo atualmente apresenta. Como uma fórmula “mágica” ou “misteriosa” para fazê-lo atingir seus objetivos.

2.  As ofertas tentadoras – Mt 4.8,9; 1Tm 6.9,10.

As ofertas são inúmeras, mas todas ilusórias. O mundo sugere que os jovens podem ser ricos através das diferentes formas de jogos, que não passam de ofertas perversas e trágicas.

3.  O padrão Bíblico – Gn 3.19; Êx 20.9; 2 Ts 3.10; Pv 24.33,34; 1Tm 6.8; Sl 34.10.

A única medicina aplicável é a conservação dos padrões bíblicos.

As verdadeiras riquezas que devem ser almejadas e perseguidas pelos jovens cristãos, são as riquezas da graça (Ef 1.7), e as riquezas da glória (Ef 2.9).

V. DESEJO DE CONHECIMENTO.

Ânsia que a mocidade tem de saber tudo.

1.   A sede do Saber – Ec 10.8.

A sede do saber pode muitas vezes ser justificada. Fomos criados com uma mente capaz de assimilar uma infinita soma de conhecimentos. Temos sido privilegiados por Deus com a memória capaz de reter uma grande quantidade de conhecimentos.

Mas nossos jovens devem ser orientados a não permitir que a sede do saber seja poluída pelo conhecimento daquilo que não produz vantagem para a nossa vida como servos de Deus.

A recomendação do apóstolo Paulo é que cada um de nós saiba apenas aquilo que racionalmente lhe convém saber – Rm 12.3.

2.    Desprezo aos mais Velhos – 1 Rs 12.8.

Freqüentemente a fome de conhecimento pode induzir a pessoa a certo desprezo pelos mais velhos, principalmente, por aqueles que não foram possibilitados de alcançar maior soma de conhecimento por sua própria vida.

3.    Tentações Satânicas.

O padrão de conhecimento de um jovem não deve ultrapassar o limite de sua fé, para o seu próprio bem. É claro que não estamos sugerindo um patrulhamento naquilo que ele deve ler ou estudar, ou procurar, mas estamos paternalmente sugerindo que tenham bastante sensibilidade espiritual para não se envolver com venenos que poderão eventualmente destruir todo o fundamento de sua fé, arruinar por completo sua alma e sua salvação pessoal e sua comunhão com Deus, (Gn 3.5; 2 Tm 4.3).

VI.  DESEJO DE SER AMADO.

Para um jovem, é coisa importante o saber se bem aceito onde se encontra. Se a igreja e o lar não lhe derem satisfação a esta necessidade, ele a procurará noutra parte.

1.   Padrão de amor no lar – Gn 37.3; Pv 29.21; Ef 6.4.

Todo ser humano tem certas necessidades básicas. Exemplo: de se alimentar, aprovado nos testes que se submete, amado, de segurança de expressão, etc.

Quando um jovem não encontra a satisfação dessas necessidades dentro do ambiente normal que é o lar, ele é tentado a satisfazê-las em ambiente errado.

Os jovens costumam ter turbulência em suas vidas, e mais turbulenta se tornam quando não são compreendidos pelos pais (Pv 29.21).

2.      Busca de Amor fora do Lar – Gn 28.6-9.- Eis um grande perigo. Esaú foi à casa de Ismael. Casar-se com alguém da linhagem de Abraão por meio da família de Ismael parece ter sido uma manobra para cair nas graças do pai (Gn 28. 6,8) e demonstrar obediência semelhante à do irmão (Gn 28.7). Mediante esse agrado aos seus pais, Esaú esperava redimir o passado de delinqüência e, talvez, convencer o pai a mudar a sua vontade. Na verdade, ele aumentou a iniqüidade ao acrescentar às suas esposas pagãs (Gn 26.34,35) uma esposa proveniente de uma família rejeitada por Deus.

3.      Falsa educação sobre o Amor – Amor carnal, amor concupiscente, amor livre.

VII.  DESEJO DE TER UM LAR.

Os jovens procuram amizade com os elementos do sexo oposto e medem às vezes, o próprio sucesso, por este meio. É muito natural que haja esse tipo de relação, pois a mesma contribui para o desenvolvimento social normal.

1.        A escolha do Companheiro – 1 Co 7.2; 2 Co 6.14. – O jovem precisa fazer seleção rigorosa do melhor elemento ao seu redor. Nunca deve enamorar-se de um incrédulo.

2.        A concupiscência da Carne – Ec 10.11; Mt 5.28

3.        As razões do Casamento – Atenção de um mundo em crise, a degeneração ética e moral de uma sociedade secularizada, a influência dos meios de comunicação têm agravado bastante a situação e a estabilidade da família moderna. A constituição da família a partir do casamento civil e religioso passa a ser combatido e vista, por alguns setores da sociedade, como uma instituição falida. Uniões homossexuais, casais que moram em residências separadas, prática da bigamia extra-oficial etc., aparecem como propostas alternativas de “estruturas familiares”.

Apesar de essas realidades serem evidente aos nossos olhos, grande parcela da população ainda busca no matrimônio a essência da estabilidade para uma vida feliz.

Por isso, devem os jovens buscar na Palavra de Deus orientações para que o desejo de ter um lar, constituir uma família seja verdadeiramente família constituída como obra das mãos do Senhor, e a razão principal deve ser por amor, pelo amor. Nenhum interesse mais!

4.        A natureza bíblica do Casamento: (1) Sagrado; (2) Indissolúvel  e (3) Monogâmico.

Além disso, é importante atentarmos para o fato de que continuaremos vivendo em um mundo em crise, repleto de injustiças sociais, com um amplo processo de degeneração ética e moral, o que nos leva à certeza de que devemos buscar parâmetros bíblicos que possibilitem nossas famílias serem “obras das mãos do Senhor”, com lares que adorem verdadeiramente Deus e com cristãos que vivam em todas as circunstâncias um verdadeiro amor, pois “se o Senhor não edificar a casa em vão trabalham os que a edificam”. (Sl 127.1a).

5.        A solução divina para os problemas da Mocidade:

Segue a justiça, segue a fé, segue o amor, segue a paz, segue a piedade, segue a santidade.

CONCLUSÃO.   – Que cada jovem seja ungido pelo Espírito Santo o suficiente para fugir dos desejos da mocidade e manter-se completamente protegido, guardado, nessa linda fase da vida, batalhando pela fé que uma vez foi entregue aos santos, inclusive os jovens (Jd 3).

Estes são os desejos deste pastor para todos os jovens e que cada um se coloque nas poderosas mãos de Deus para que seja uma bênção, para a Igreja, a nação. Amém.

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