Estudos Bíblicos

Fuja do Pentecostalismo – Parte 14

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“Após um culto certa noite, um irmão cristão, pastor no Movimento Pentecostal, aproximou-se de mim e perguntou: “Poderia dizer-me numa sentença ou duas por que deixou o Movimento Pentecostal?” Ele estava

“Após um culto certa noite, um irmão cristão, pastor no Movimento Pentecostal, aproximou-se de mim e perguntou: “Poderia dizer-me numa sentença ou duas por que deixou o Movimento Pentecostal?” Ele estava pedindo uma impossibilidade! Como poderia eu condensar tudo que estava envolvido numa decisão tão importante, revolucionária para a vida, numa ou duas sentenças?”

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É assim que o irmão Alfred H. Pohl inicia seu testemunho em forma de livro que tem como título: “17 Razões Porque Deixei o Movimento de Línguas”.

Ele continua:

“Deixei por uma série de razões, e simplesmente dar uma listagem dessas razões sem uma boa explicação respaldada pelas Escrituras cumpriria muito pouco e na verdade resultaria em mal-entendidos. […] Neste testemunho proponho-me não só a alistar algumas das principais razões por que saí ou não estou hoje no Movimento de Línguas, mas também ampliar a exposição de cada uma, pelo menos em certa medida, segundo o espaço permita.”

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As 17 razões que ele apresenta em detalhes para deixar o movimento são:

01. De sinceras convicções com respeito à suas doutrinas, ênfases e práticas.
02. De uma base bíblica defeituosa para sua doutrina do Espírito Santo.
03. De uma exagerada ênfase sobre um dom do Espírito Santo.
04. De uma deficiência de ênfase de outras doutrinas.
05. De sua orientação à “experiência”.
06. Do solapamento da personalidade do Espírito Santo.
07. Do orgulho espiritual e desunião produzida por sua doutrina.
08. Do ensino de que o falar em línguas é um sinal de espiritualidade, e mesmo de salvação.
09. Da busca por sinais, em vez de fé.
10. De atividades questionáveis praticadas ou toleradas.
11. Do temor de questionar as chamadas atividades do Espírito Santo.
12. Do ponto de vista de que a igreja coríntia era uma igreja modelar.
13. Do perigo de reivindicar revelação extra-bíblica.
14. Dos excessos e práticas enganosas toleradas em campanhas de cura divina.
15. Da tendência à devoção cega e inquestionável a líderes populares.
16. Da possibilidade de que o Movimento Carismático seja instrumentalidade em produzir a profetizada igreja ecumênica dos últimos dias.
17. De sua distorção da verdadeira vida plena do Espírito.

Este é um livro muito verdadeiro e relevante. Os irmãos pentecostais com certeza se identificarão com a luta e os conflitos pelos quais o autor passou no movimento. E os irmãos não-pentecostais poderão ter uma visão mais clara do que ocorre nos bastidores das igrejas carismáticas.

Fonte: Internautas Cristãos

Divulgação: Eismeaqui.com.br

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