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“Escolhi esperar”: Damares Alves busca conscientização para meninos e meninas precocemente sexualizados

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Julio Severo

A sexualização precoce de meninos e meninas é uma triste realidade no Brasil. De acordo com a Gazeta do Povo, estudo realizado pelo Observatório Nacional da Família mostrou que, em média, as meninas iniciam a vida sexual aos 13 anos e os meninos aos 12 anos.

A Gazeta do Povo disse:

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“Para a ministra Damares Alves, segundo uma fonte do Ministério, o Brasil, hoje, toma uma série de medidas questionáveis que não têm sido suficientes para diminuir a propagação de doenças sexualmente transmissíveis e a gravidez indesejada. Para ela, a ‘abstinência sexual’ não pode ser um tabu e deve ser discutida. O projeto estará ligado, a princípio, ao programa ‘Família na Escola.’”

A sexualização não ocorre num váculo. É um bombardeio diário de programações televisivas de conteúdo sexual claramente impróprio que atinge em cheio crianças, sexualizando-as. Os culpados incluem desde Globo, SBT, Record até o governo. A realidade é que essa sexualização precoce seria impossível sem a cumplicidade do governo, que há décadas se omite em proteger a inocência e a saúde moral e psicólogica das crianças contra a ganância das grandes redes de televisão.

E para piorar a internet traz pornografia ao clique do mouse. Pais que deixam seus filhos à vontade na internet os condenam a uma sexualização à base de pornografia.

Cabe à família buscar valores cristãos que deem responsabilidade aos pais para dar o exemplo e banir novelas e outras programações impróprias para seus filhos na TV e mesmo internet.

Cabe ao governo fazer o que nunca faz. Punir canais de televisão que, com sua ganância, usam e abusam de uma sexualização criminosa que violenta psicologicamente as crianças. Se o governo fosse uma pessoa, merecia ter sido condenado à prisão décadas atrás por seu papel imoral na liberdade excessiva que dá aos gananciosos de lucrar em cima da sexualização das crianças.

A campanha “Escolhi esperar” é o melhor remédio para lidar com a sexualização quando crianças e adolescentes não têm no próprio lar pais que impõem limites. Mas como terá sucesso diante do bombardeio de conteúdo impróprio e pornográfico da TV e mesmo internet? Como terá sucesso se o governo não cumpre seu papel para com abusadores que lucram em cima da pornograficação e sexualização das crianças?

O governo precisa cumprir seu papel e tratar criminalmente quem abusa da sexualidade das crianças na TV e internet.

Há ainda a questão do papel maléfico do ECA e conselhos tutelares, que transformam pais em meras babás do governo, com autoridade estritamente limitada para controlar e proibir conteúdo e acesso de TV e internet em casa. Como disse Bolsonaro, o ECA é um lixo — em grande parte atrapalhando os pais que buscam ajudar seus filhos.

Por um lado, a sexualização precoce promovida pelos grandes canais de TV com a cumplicidade do governo. Por outro, famílias que não se omitem, mas são encurraladas e oprimidas por um ECA e conselhos tutelares que minam a autoridade dos pais. E num quadro pior: Famílias que se omitem totalmente.

A ministra Damares Alves precisa ser apoiada em sua campanha “Escolhi Esperar.” Mas o que fazer para limitar o ECA em seus abusos contra pais que buscam impedir a sexualização dos filhos?

Quanto à histórica cúmplicidade do governo em dar liberdade excessiva para canais de TV cometerem todo tipo de abusos contra crianças e a família brasileira, como não há ninguém maior para punir o governo por seus próprios abusos, Deus um dia trará o justo castigo.

Com informações da Gazeta do Povo.

Fonte: www.juliosevero.com

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