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Eclesiastes: um livro sobre limpeza interior

Eclesiastes: um livro sobre limpeza interior
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Esse não é um livro que fala das maravilhas de Deus ou sobre as doutrinas teológicas. É sobre limitações humanas diante dos momentos da vida – desejos, felicidade e propósito.

 

Não é um livro que abraça, mas que confronta; não é alimento, mas limpeza interior. É sobre alma, pois é na alma que guardamos nossas emoções e sentimentos.

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Eclesiastes, além de ser antropológico é, também, escatológico. Ele desconstrói o valor da humanidade e aponta para a eternidade. Por isso, vamos esmiuçar alguns temas chaves que Salomão traz em sua reflexão.

 

Não há nada novo debaixo do Sol

No primeiro capítulo, o autor estabelece uma linha de raciocínio para mostrar que tudo que há na Terra é uma repetição do que já houve um dia – do comportamento social à forma de operação da natureza. Da busca constante por prazeres até a frustração do homem quando confronta a falta de sentido que nele há, existe um ciclo que se repete. É sobre esse ciclo que Salomão tem muito a dizer.

 

Para nós, fica o questionamento: se as coisas terrenas não são capazes de trazer uma alegria nova, cheia de significado e com esperança de um futuro eterno, por que nos enganamos tentando alcançá-las?

 

Pense que em nossa mente, a vida está, na maioria das vezes, desenhada. Aprendemos um ofício, casamos, buscamos nossa independência financeira no trabalho, temos filhos, educamos e dedicamos tempo para a aposentadoria.

 

Talvez o maior ensinamento de Salomão seja sobre a importância que colocamos nos ciclos da vida, que são passageiros, quando Deus quer e pode nos oferecer infinitamente mais. Aqui, não estamos fazendo crítico aos momentos e relacionamentos que construímos, mas propomos um ajuste na relevância. Deus e a eternidade é maior do que tudo. Inclusive, do que julgamos mais importante para nós.

 

Sexo, dinheiro e prazer: tudo é vaidade

 

“Disse eu no meu coração: Ora vem, eu te provarei com alegria; portanto goza o prazer; mas eis que também isso era vaidade.” Eclesiastes 2:1

 

O significado da palavra vaidade no original é hebel, que significa fôlego, vapor.  Experimente aspirar e expelir e verá o quão rápido e passageiro é. É assim que, Salomão, define suas experiências e sua própria vida: rápida e passageira.

 

Sexo, prazer e dinheiro são importantes para qualquer ser humano, mas tente viver um casamento fundamentado em sexo. Não funciona e não é suficiente. Tente mais importância ao dinheiro do que aos relacionamentos? É solitário e vazio demais.

 

Por isso, devemos moldar o nosso coração naquilo que é eterno, que está além do palpável.

 

Em 2 Coríntios 4:18, o apóstolo Paulo aponta que “o que se vê é transitório, mas o que não se vê eterno.” Pois, o que não se vê gera esperança, mas o que já foi visto alcançou a máxima expectativa na alma e, por isso, já não serve mais.

 

O que é transitório e o que é eterno 

Somos convidados a preencher a nossa existência nesta vida. Nessa jornada, nos oferecerão manjares que já têm fim de expectativa definido para nossa alma.

 

Mesmo assim, parte de nós segue por esse caminho, pois é mais fácil obter prazeres com aquilo que se vê do que confiar naquilo que é invisível. O sexo tem seu prazer final no gozo, o trabalho tem seu prazer final no recebimento do salário, a refeição tem seu prazer final na satisfação.

 

O conceito de eternidade que Ele nos oferece é prazer sem fim, mas não nestes exemplos transitórios, mas sim em prazeres invisíveis e eternos que só podem ser experimentados com uma fonte eterna. Nosso espírito foi criado para a eternidade. Só com ele poderemos experimentar prazeres ilimitados no ambiente eterno, com o Deus eterno.

 

Descansar em Deus

Porque ao homem que é bom diante dele, dá Deus sabedoria e conhecimento e alegria; mas ao pecador dá trabalho, para que ele ajunte, e amontoe, para dá-lo ao que é bom perante Deus. Também isto é vaidade e aflição de espírito. Eclesiastes 2:26

 

Não é nosso trabalho ou nosso esforço que vão mudar as circunstâncias de nossas vidas, pois a sabedoria, o conhecimento, o prazer e o sucesso são adjetivos subordinados a Deus. É ele quem decide sobre quem vai derramar tais coisas.

 

No entanto, os pecadores que esmeram uma vida inteira atrás do domínio, de poderes e riquezas estão fadados a fadigar seus corpos, mentes e corações a conquistar e amontoar bens que não lhes darão sentido e propósito.

 

O segredo é descansar em Deus, trabalhar com equilíbrio e ser contente com o que tem.

 

Conclusão

Eclesiastes é um livro que nos abraça enquanto seres humanos e nos ensina a redirecionar os nossos olhos para aquilo que realmente importa e constrói sentido: Jesus Cristo.

É Ele que nos oferece oportunidade de vida eterna e dá sentido ao que fazemos hoje, amanhã e para sempre.

Fonte: Helio Barros Leite

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Divulgação: Eis-me Aqui!

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