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Cidade de maioria cristã ainda tem mais de 50 mil deslocados, após invasão islâmica

Cidade de maioria cristã ainda tem mais de 50 mil deslocados, após invasão islâmica
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O grupo extremista deixou 40% da cidade destruída e 98% da população deslocada.

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Pessoas da cidade de Marawi, que fica no sul das Filipinas, estão tentando reconstruir suas casas um ano depois que o local foi invadido por militantes islâmicos. No dia 23 de maio de 2017, extremistas do grupo Maute, afiliado do Estado Islâmico, tomaram a cidade de maioria cristã.

Foram cinco meses de combates entre os militantes e as forças do governo. 40% da cidade foi destruída e 98% da população ficou deslocada. Militantes entraram em casas e incendiaram prédios, incluindo uma catedral e uma faculdade dirigida por evangélicos.

Eles também levaram mais de uma dúzia de cristãos como reféns, além de um líder católico. Os cristãos eram um alvo especial para os extremistas, de acordo com o ministério Portas Abertas.

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Segundo informações de funcionários locais, “havia muitos cristãos que foram mortos naquela época”. Ayesha informa: “Havia oito cristãos que foram convidados a recitar o Al-Fatiha e Shahada (orações islâmicas). Quando se recusaram a recitá-los, ali mesmo, foram fuzilados, com cartazes colocados em seus corpos afirmando que eram traidores”, disse ela.

A filha do pastor Leo se viu presa no hospital quando os militantes de Maute invadiram os prédios. Seu pai recebeu um telefonema dela. “Eu estava no meu caminho para buscá-la e antes de chegar ao hospital, ela ligou dizendo que havia o Estado Islâmico e o Maute que atacaram e tomaram o controle do hospital”, lembra ele.

“Ela também disse que já havia muitos mortos, incluindo guardas de segurança e policiais. Havia outros reféns cristãos enquanto os outros lutavam por suas vidas”, disse ele ao Portas Abertas. No final, sua filha conseguiu escapar e sobreviveu.

Cicatrizes da guerra

Desde que as forças do governo libertaram a cidade em outubro, cerca de 3 mil casas estão esperando para serem reconstruídas, enquanto cerca de 50 mil pessoas ainda vivem em abrigos temporários, de acordo com a Portas Abertas. Estima-se que a reconstrução da cidade custe pelo menos 1 bilhão de dólares.

Fonte: Guia-me

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