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Cuidado com as falsas doutrinas

Paulo escreve a Timóteo uma carta pastoral. O principal objetivo do apóstolo era instruir seu filho na fé acerca das falsas doutrinas.

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Paulo escreve duas cartas para Timóteo, seu querido amigo e filho da fé, com objetivo de orientá-lo quanto ao ministério pastoral, quanto a importância da sã doutrina e para exortá-lo em sua vida pessoal. No primeiro livro, por exemplo, notamos que o apóstolo Paulo corrige alguns problemas que a igreja enfrentava. Um deles era o ensino inadequado por pessoas que não conheciam as escrituras profundamente. Nesse artigo, vamos explorar os ensinamentos de Paulo sobre as falsas doutrinas.

Preceitos sem exemplos são vazios

Creio que, para combater as falsas doutrinas, o apóstolo Paulo precisava que Timóteo fosse um exemplo de conduta moral e espiritual. Quando se tem alguém íntegro na comunidade, os erros ficam em evidência. Por isso, Paulo instruiu Timóteo em questões fundamentais:

Capítulo 4:6-16: Exortação à fidelidade e à diligência no ministério

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Se você transmitir essas instruções aos irmãos, será um bom ministro de Cristo Jesus, nutrido com as verdades da fé e da boa doutrina que tem seguido. Rejeite, porém, as fábulas profanas de velhas e exercite-se na piedade.

O exercício físico é de pouco proveito; a piedade, porém, para tudo é proveitosa, porque tem promessa da vida presente e da futura. Esta é uma afirmação fiel e digna de plena aceitação.

Se trabalhamos e lutamos é porque temos colocado a nossa esperança no Deus vivo, o Salvador de todos os homens, especialmente dos que crêem. Ordene e ensine estas coisas.

Ninguém o despreze pelo fato de você ser jovem, mas seja um exemplo para os fiéis na palavra, no procedimento, no amor, na fé e na pureza. Até a minha chegada, dedique-se à leitura pública da Escritura, à exortação e ao ensino.

Não negligencie o dom que lhe foi dado por mensagem profética com imposição de mãos dos presbíteros.
Seja diligente nestas coisas; dedique-se inteiramente a elas, para que todos vejam o seu progresso.

Atente bem para a sua própria vida e para a doutrina, perseverando nesses deveres, pois, fazendo isso, você salvará tanto a si mesmo quanto aos que o ouvem.

O último versículo arremata o pensamento de Paulo e deixa claro que no combate às falsas doutrinas, o exemplo de conduta moral, espiritual e práticas coerentes são pontos-chave na mudança de pensamento da comunidade e da aplicação da sã doutrina.

O amor puro, a boa consciência e uma fé não fingida

Referência bíblica:

Partindo eu para a Macedônia, roguei-lhe que permanecesse em Éfeso para ordenar a certas pessoas que não mais ensinem doutrinas falsas, e que deixem de dar atenção a mitos e genealogias intermináveis, que causam controvérsias em vez de promoverem a obra de Deus, que é pela fé.

O objetivo desta instrução é o amor que procede de um coração puro, de uma boa consciência e de uma fé sincera.
Alguns se desviaram dessas coisas, voltando-se para discussões inúteis, querendo ser mestres da lei, quando não compreendem nem o que dizem nem as coisas acerca das quais fazem afirmações tão categóricas.

Sabemos que a lei é boa, se alguém a usa de maneira adequada. Também sabemos que ela não é feita para os justos, mas para os transgressores e insubordinados, para os ímpios e pecadores, para os profanos e irreverentes, para os que matam pai e mãe, para os homicidas, para os que praticam imoralidade sexual e os homossexuais, para os seqüestradores, para os mentirosos e os que juram falsamente; e para todo aquele que se opõe à sã doutrina.  Essa sã doutrina se vê no glorioso evangelho que me foi confiado, o evangelho do Deus bendito. 1 Timóteo 1:3-11

É evidente que, logo no começo da carta, o apóstolo Paulo expõe sua preocupação com a interpretação errada do ensino das escrituras e com a propagação daquilo que não faz parte do evangelho. Quando ele destaca que nem fábulas e nem genealogias intermináveis produzem edificação como o amor puro, a boa consciência e uma fé não fingida, logo se desconstrói o que estava em voga na cidade.

As fábulas judaicas se referem a lendas sobre personagens do antigo testamento que eram encontradas em muitos textos apócrifos e que os mestres da lei insistiam em retornar a elas, vendo a lei não como um fardo, mas como um mérito – ao contrário do que Paulo definiu em Rm 2.12. Era uma preocupação do apóstolo acabar com as concepções legalistas: essa luta para alcançar um padrão impossível de perfeição, que revela o pecado.

Portanto, a falsa doutrina em Éfeso cresceu dentro da igreja. Ela vem da má compreensão da lei e da distorção dos fatos do AT.

A sã doutrina

A definição da sã doutrina nada mais é do que o homem que quer guardar a lei de Deus, mas reconhece sua incapacidade de fazê-la por sua condição humana e pecadora. A sã doutrina revela, portanto, a total perdição do homem e de sua consciência pecaminosa e apresenta Jesus Cristo como o redentor e único salvador e intermediador entre Deus e os homens.

No livro de Tito, também lemos sobre a sã doutrina:

Você, porém, fale o que está de acordo com a sã doutrina. Ensine os homens mais velhos a serem sóbrios, dignos de respeito, sensatos, e sadios na fé, no amor e na perseverança. Tito 2:1,2

Conclusão

Em todo o momento, devemos avaliar se a palavra recebida nos cultos procede das Escrituras como os irmãos de Bereia (Atos 17.11) e incentivar o ensino na igreja local. Paulo traz cartas tão didáticas à igreja que não temos desculpa para não ensinar corretamente o Corpo de Cristo a respeito da sã doutrina.

A palavra é eficaz, mas deve ser ensinada corretamente. Só assim, receberemos o galardão que Deus promete aos que cumprem a sua missão.

Fonte: www.eismeaqui.com.br

Postagem Original:

Divulgação: Eis-me Aqui!

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