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A essência da bondade de Deus

A bondade de Deus é tão grandiosa que causa espanto – ela não está ligada a nada e nem a ninguém.

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“Saibam, portanto, que o Senhor, o seu Deus, é Deus; ele é o Deus fiel, que mantém a aliança e a bondade por mil gerações daqueles que o amam e obedecem aos seus mandamentos”. Deuteronômio 7:9

“Coroas o ano com a tua bondade, e por onde passas emana fartura; fartura vertem as pastagens do deserto, e as colinas se vestem de alegria”. Salmos 65:11-12

“O teu reino é reino eterno, e o teu domínio permanece de geração em geração. O Senhor é fiel em todas as suas promessas e é bondoso em tudo o que faz”. Salmos 145:13

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“Sei que a bondade e a fidelidade me acompanharão todos os dias da minha vida, e voltarei à casa do Senhor enquanto eu viver”. Salmos 23:6

“O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha”. 1 Coríntios 13:4

O significado simples da palavra “bondade” está relacionado à qualidade de quem tem alma nobre e generosa e é naturalmente inclinado a fazer o bem. Se pudéssemos definir Deus em apenas uma palavra, eu escolheria bondade, pois diz sobre sua perfeição, santidade e moral impecável.

Deus é bom, independente do que fazemos

Quando cremos que Deus está longe de nós por algo que fizemos no passado, estamos condicionando sua bondade e seu amor a nós e não a ele. A bondade de Deus é tão grandiosa que causa espanto – ela não está ligada a nada e nem a ninguém. A bondade está no “DNA” de Deus e é imutável.

“Se perseverarmos, com Ele igualmente reinaremos; se o negarmos, Ele também nos negará; mas se somos infiéis, Ele, entretanto, permanece fiel, pois não pode negar-se a si mesmo.” 2 Timóteo 2:12

Em nosso acordo social, aprendemos a praticar a bondade com nossos pares – aqueles que nos identificamos, que são amigos e que, de alguma forma, também são bons conosco. Essa limitação nos dificulta a compreender o amor de Deus, pois Ele não depende de circunstâncias para ser bom e para amar determinada pessoa.

Ao contrário dele, nossa natureza nos impede, por exemplo, de amar os inimigos e dar a outra face se formos atacados de alguma forma. Só conseguimos vencer essa limitação por meio do Espírito Santo. Por meio dele, conseguimos amar e desenvolver a bondade em nós, que será exteriorizada por meio dos relacionamentos. Afinal, a bondade não é um fruto do espírito?

A depravação total acabou com a bondade humana?

Podemos dizer que sim, se é que alguma vez fomos bons. Por meio do sangue de Jesus Cristo e pela busca contínua do Espírito Santo, podemos produzir bondade. Mas como isso acontece?

1- “Produzimos bondade quando reconhecemos a bondade de Deus, que nEle significa perfeição absoluta e generosidade completa. Este reconhecimento implica que este é o padrão que buscamos para nós mesmos. Se queremos produzir bondade, precisamos meditar na bondade de Deus.”

2- “Produzimos bondade quando reconhecemos que a bondade de Deus nos alcançou e nos alcança. Quando achamos que somos o que somos porque somos esforçados, não produzimos bondade. Ao contrário, quando nos lembramos que é a bondade de Deus que permite que estejamos vivos e ativos (Lamentações 3.22), nosso compromisso muda. Quando recordamos que Ele nunca se cansou de nós, nem se cansa de nós, nossa disposição muda.”

3. “Produzimos bondade quando deixamos seguir padrões que não nos aproximam de Deus. A nosso respeito, o apóstolo Paulo traça um retrato arrasador.” *

Se, porém, tu, que tens por sobrenome cristãos; repousas no evangelho; te glorias em Deus; conheces a sua vontade e aprovas as coisas excelentes, sendo instruído no evangelho; estás persuadido de que és guia dos cegos, luz dos que se encontram em trevas,  instrutor de ignorantes, mestre de crianças, tendo no evangelho a forma da sabedoria e da verdade; porque (….) não te ensinas a ti mesmo? Por que tu, que pregas que não se deve furtar, furtas? Por que dizes que não se deve cometer adultério e o cometes? Por que abominas os ídolos e lhes roubas os templos? Por que tu, que te glorias na lei, desonras a Deus pela transgressão da lei? (Romanos 2.17-23)

Conclusão

A bondade que fazemos ao próximo é a pura manifestação da bondade do Senhor, que flui através de nós. É a manifestação da restauração da perfeição que há em nós, da imagem e da semelhança sendo trazidas de volta à vida em detrimento da maldade do pecado. Graças a Deus pela sua bondade e por Jesus Cristo. Seguindo o modelo do único que é bom, conseguimos produzir bondade e ofertá-la ao nosso próximo.

Faça como o salmista:

“Provem e vejam como o Senhor é bom. Como é feliz o homem que nele se refugia!” Salmos 34

*Trecho extraído do site: https://bit.ly/2kZGBAg

Fonte: eismeaqui.com.br

Postagem Original:

Divulgação: Eis-me Aqui!

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