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Pastores são convidados por Bolsonaro para cerimônia de posse

Pastores são convidados por Bolsonaro para cerimônia de posse
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Líderes evangélicos estão entre os convidados para a cerimônia de posse do presidente eleito, Jair Bolsonaro. O evento acontecerá em 1º de janeiro na Esplanada dos Ministérios, em Brasília.

Segundo apuração da Agência Brasil, foram convidados os pastores Silas Malafaia (Assembleia de Deus Vitória em Cristo), Valdemiro Santiago (Igreja Mundial do Poder de Deus), Edir Macedo (Igreja Universal do Reino de Deus) e Josué Valandro (Igreja Batista Atitude Central da Barra), que lidera igreja frequentada pela futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

Cerca de 140 nomes estão na lista de convidados pessoais do presidente eleito, incluindo toda a sua família. No total, somente para a cerimônia de posse no Congresso Nacional, foram feitos 2 mil convites, que começaram a ser distribuídos no último dia 10.

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Para a recepção no Itamaraty, estarão autoridades de primeiro escalão do governo, militares de alta patente, chefes de Estado, diplomatas, parlamentares e governadores eleitos ou reeleitos de estados

A expectativa é de que 60 delegações estrangeiras prestigiem a posse. Entre elas está os Estados Unidos, representada pelo secretário de Estado Mike Pompeo, além do presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, havia confirmado presença no evento, mas por conflitos internos não ficará até o dia 1º no país. É a primeira vez que um premiê de Israel vem ao Brasil em viagem oficial, segundo o Estadão.

Também estão confirmadas as presenças de presidentes de países vizinhos, como Maurício Macri (Argentina), Sebastián Piñera (Chile), Mario Abdo Benítez (Paraguai), Tabaré Vázquez (Uruguai), Iván Duque Márquez (Colômbia) e Marín Vizcarra (Peru).

Por outro lado, três chefes de Estado foram proibidos de comparecer à posse: Venezuela, Cuba e Nicarágua. Em 16 de dezembro, Bolsonaro publicou em sua conta no Twitter que “regimes que violam as liberdades de seus povos e atuam abertamente contra o futuro governo do Brasil por afinidade ideológica com o grupo derrotado nas eleições, não estarão na posse presidencial em 2019”.

Fonte: Guia-me

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